Ocultar

Esqueceu sua senha?

Ocultar

Ocultar

Perdeu sua senha? Por favor, indique o seu endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha.

Voltar ao Login

Fechar
Banner Blog

Blog

Vamos semanalmente falar de algo que estiver em evidência em nosso estado, nas áreas que atuamos no nosso Portal!

Compartilhar página

quarta-feira, 22 de julho de 2020 - Gastronomia
História do Sobá
OrigemSobá (?? ou ???) é um tipo de macarrão japonês tradicionalmente degustado na passagem do ano. Na véspera do ano novo japonês, as famílias se reúnem para comer a iguaria feita de macarrão de trigo sarraceno, também chamado de toshikoshi-sobá —literalmente, macarrão da passagem de ano.macarrão de trigo SarracenoA receitaO sobá é feito com os seguintes ingredientes: macarrão japonês (toshikoshi-sobá), carne de porco (que pode ser substituída por outras carnes, como filé de frango ou filé bovino), molho shoyu, saquê-mirin, óleo vegetal, dashi, togarashi, gengibre, sal, cebolinha e cheiro verde. O prato é quase uma sopa e é servido em cumbucas de louça, acompanhado de ovo frito mexido e cortado em fatias.Sobá- Foto/divulgaçãoSobá no Brasil No Brasil, a cidade de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), foi a primeira cidade a dispor de restaurantes que servem sobás, para onde foi levado pelos imigrantes originários da ilha japonesa de Okinawa, que chegaram à cidade em 1908 e são os restaurantes dos mais tradicionais da cidade. Atualmente está presente em outras cidades, mas é em Campo Grande onde mais se encontram esses restaurantes. Em Campo Grande, o sobá de Okinawa passou a ser oferecido também na Feira Central — primeiro, reservadamente aos okinawanos e seus descendentes, depois, a todos que se interessassem — e acabou se tornando uma iguaria típica e tradicional da cidade, perdendo a ligação com a passagem do ano, pois é saboreada em qualquer época do ano. Existem dezenas dessas casas de massas que servem, além do sobá, espetinhos de carne bovina, yakimeshi, yakisoba e outros pratos orientais.Uma das dezenas de casas que existem na Feira CentralPatrimônio ImaterialDe prato típico a patrimônio imaterial de Campo Grande, o sobá se enraizou definitivamente na cultura da capital de Mato Grosso do Sul, terceira cidade do País com o maior número de descentes japoneses.Mais do que conhecido, o sobá é um verdadeiro astro da culinária local. Na Feira Livre de Campo Grande, por exemplo, existem 20 restaurantes especializados. O local reúne facilmente duas mil pessoas consumindo vorazmente. Uma das barracas mais tradicionais da feira vende uma média de 100 sobás por dia. O caldo do sobá tem um segredinho que eles não passam para a gente. O detalhe é que o sobá é um prato extremamente saudável, como toda a culinária de Okinawa, um dos motivos para o local abrigar a maior concentração de pessoas centenárias no planeta. Aos poucos, por exemplo, dona Amélia, Antônia e companhia vão criando mais artimanhas para atrair os campo-grandenses, como substituir a carne de porco por carne de boi, frango e até mesmo dobradinha dependendo do gosto do freguês. “Como descendente me orgulho de toda a população de Campo Grande gostar de sobá, um prato que veio da colônia, mas que atinge pessoas de todas as raças e idades”, reflete Anísia Higa. Ah, e atenção: não confunda o sobá de trigo sarraceno com o sobá de Okinawa, muito famoso em Campo Grande, que é feito de trigo normal, é mais grosso e não tem a cor escura característica. (recomendações de Koichi Mori, que trabalha há 30 anos com o preparo do sobá no Japão).
terça-feira, 21 de julho de 2020 - Costumes
História do Berrante
O Berrante, é um instrumento feito de chifre de boi e detalhes em couro. Utilizado pelos peões de boiadeiro, ele emite sons agudos e graves, e cada toque é uma senha, avisando a hora do almoço, o toque de recolher, toque de perigo e orienta o sinueiro (boi que comanda a boiada, boi experiente, esperto). Hoje, embora nem tanto utilizado para esta finalidade, o berrante ainda encanta muitas pessoas que curtem o sertanjo. Conseguir tirar um belo som do berrante exige muita habilidade do berranteiro. Divulgação: internetA História do BerranteOs berrantes surgiram há mais de três séculos, época em que o próprio tropeirismo dava seus primeiros passos e talvez seja por isso mesmo que é tão difícil desassociar uma coisa a outra. Ao nascer, o berrante tinha uma primeira função: ajudar os tropeiros a agrupar os animais. Os primeiros berrantes eram feitos do chifre do boi pedreiro - antiga raça surgida em meados de 1910 cujos chifres podiam chegar até 1,50m de comprimentos - mediam mais de um metro, eram fundamentais no transporte de boiadas de até 85 marchas e seu som era bastante grave.Em seguida surgiram os berrantes com anéis de prata, suas bocas mediam até 40 centímetros e eram utilizados para chamar vacas e bois para dar sal ou fazer transporte ou, ainda, quando a bóiada estava pronta.O som de um berrante, no silêncio do sertão, pode ser ouvido a 3km de distância.O bom berranteiro consegue o som certo, algo que se assemelha a um longo pluuummmm, quando o som é de um longo Fuuufuuu é sinal de que o instrumento está sendo mal tocado. Se fosse criado um glossário dos tropeiros, estradões seriam definidas como viagens, dias como marchas e o berranteiro seria conhecido como porteiro. De acordo com a região do Brasil, berrantes podem ser chamados de: binga, guampo, buzina ou berrante. O berranteiro nunca o carrega pendurado, trata o instrumento com azeite de mamona, jamais coloca bebidas alcoólicas e o mantém sempre limpo.  Divulgação: internet Características do Berrante- O berrante carrega um mistério. Em qualquer lugar, após ter sido tocado, os primeiros a se aproximarem são sempre: a mulher mais bonita, a criança e um bêbado;- A ponta do berrante recebe o nome de bocal.- Berrantes com emendas deixam o ar vazar, por isso, às vezes são apenas bonitos.- Berrante é cultura, folclore, saudade.- O som deve ser limpo e ter sentimento, caso contrário irrita o berranteiro; O som do berrante é contagiante, conquista mundos, corações, religiões, rádios, TV, jornais, cavalgadas, missas... Não tem paleta, corda, teclado. A nota é dada na boca do berranteiro e cada berranteiro cria um estilo próprio e traz saudades, alegrias, emoções e às vezes leva lágrimas. Quanto menos se coloca a boca no bocal, melhor é o som . Locais solitários onde o som não irrite ninguém criam uma certa mística; O bocal tem o lado certo, por isso existem berrantes para destros e canhotos.TIPOS DE TOQUES(são cinco)Saída "Solta"É um toque quando da saída da boiada do seu pouso. O capataz ele vai até a porteira para contar a boiada, enquanto o ponteiro ( berranteiro) executa o toque.EstradãoQuando a boiada toma o corredor ( estrada ) e vai seguindo calmamente o ponteiro da o toque de estrada. O som deste toque agrada muito a boiada.Rebatedoro ( Toque perigo )É um toque utilizado para chamar um peão que esta no meio da boiada para vir junto com o ponteiro, no qual irá cercar uma encruzilhada, evitando assim que a boiada se separe ou para auxiliar quem está la na frente em caso de uma situação de emergência qualquer.Queima do alho ( Almoço )Neste caso o cozinheiro da comitiva vai na frente, umas duas horas aproximadamente, e quando acha um lugar ideal para o descanso da boiada, freqüentemente junto de um riacho ele para fazer o almoço. O ponteiro ao avistar o cozinheiro. ele executa este toque para avisar os peões para adiantar a marcha da boiada. O boi também aprende este toque porque ele associa pelo condicionamento que vai descansar e beber água.Floreio (Toque livre ).Floreio é um toque livre para divertimento.Divulgação:internetGostaram ? Compartilham!!
segunda-feira, 20 de julho de 2020 - Gastronomia
Churrasco Pantaneiro
As pessoas acham que comer e fazer churrasco é tudo igual. Puro engano! No Mato Grosso do Sul, nosso churrasco é especial.Este é feito em um buraco no chão de terra e assado em braseiro em espeto de madeira, principalmente nas fazendas, com muita prosa e tereré em volta da fogueira. Divulgação: internet Para acompanhar o churrasco é indispensável a presença da mandioca amarela, vinagrete, farofa e da linguiça de Maracaju, feita de carne de vaca desfiada e temperada. Farofa e Mandioca Amarela Linguiça de Maracaju E pra ficar realmente completo, o som do bom e velho chamamé !                                                          Divulgação: internet Pantaneiros dançando Chamamé               Venha ao Mato Grosso do Sul saborear o nosso Churrasco Pantaneiro!! 
domingo, 19 de julho de 2020 - Turismo
Pontos Turísticos de Corumbá
Conhecida como Cidade Branca por conta da cor clara do solo, rico em calcário, a cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, é um dos principais destinos turísticos do Estado procurado pelos visitantes por conta do turismo, pescaria e da preservação e belezas naturais do Pantanal.O destino turístico é considerado o principal portal para o Pantanal. Muitos turistas estrangeiros e também brasileiros encontram no local animais e plantas raras em suas regiões e aproveitam para realizar as atividades de contemplação da natureza e safári fotográfico.Mais do que belezas naturais e animais exóticos, a cidade tem sua história, arte e pontos turísticos que valem a pena ser conhecidos pelos visitantes. Confira abaixo os principais pontos turísticos de Corumbá (MS):Forte Coimbra - Localizado numa área de difícil acesso (apenas de avião ou barco) foi construído em 1775 para defender o território brasileiro contra as invasões espanholas. Foi cenário também de batalhas na época da Guerra do Paraguai. Tombado em 1975 hoje cedia a artilharia de costa da 18º Brigada de Infantaria de Fronteira do Exército. Forte Coimbra. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Rio Paraguai - Margeado por árvores é navegável em quase toda a sua extensão. Ideal para a pesca e passeios fotográficos. Pesca em Corumbá. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Casa da Escultora - Na casa das Artes Izulina Xavier estão expostos artesanatos confeccionados em pó de pedra e concreto, cerâmica e entalhes de madeira. Está aberta entre as 8 e às 17 hs, durante a semana.Igreja Nossa Senhora da Candelária - Inaugurada com solenidade em 1877 , a igreja localizada em frente a Praça da República tem em seu altar um brasão da Coroa portuguesa. Nossa Senhora da Candelária. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Santuário Mª Auxiliadora - No Santuário está a escultura de madeira de lei construída na década de 50 pelo artista plástico Burgoso, amigo pessoal de Pablo Picasso, que viveu em Corumbá e deixou inúmeras obras de madeira e gesso. Funciona na rua Dom Aquino Correia das 13 hs às 20 hs.Casa do Massa-Barro - Foi criada para incentivar a arte em cerâmica. Seus artistas são crianças e adolescentes que modelam a flora e animais Pantaneiros com argila. Casa de Massabarro. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Cacimba da Saúde - Próximo a Casa do Massa Barro existe um minadouro de água gelada e transparente. Sua nascente exibe o leite de pedras na qual é formada. Há quem diga que suas águas são medicinais. Ali revela um lugar onde meninos do local se encontravam para brincar e se banhar naquele lago. Hoje, temos um portal que se abre para o Parque da Cacimba, inaugurado em junho de 2003.Casa do Artesão - No prédio que até os anos 70 funcionava a cadeia pública, pode se encontrar artesanato em couro, madeira e cerâmica feito por artesãos da região, além do artesanato indígena. Sem falar dos mais deliciosos licores caseiros. Não existem registros da construção do prédio, apenas de sua primeira restauração (1893). A casa foi fundada em 1975 e teve as celas transformadas em lojas comerciais ou locais de produção. Casa do Artesão de Corumbá. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Praça da República - O local que foi cenário da batalha final da retomada de Corumbá em 1867 tem um obelisco feito em mármore em homenagem aos heróis da Guerra do Paraguai.Instituto Luiz de Albuquerque - No museu pode se encontrar animais empalhados, peças de várias tribos indígenas da região, sessões de artes plásticas e de artesanato em couro e barro, utensílios usados nas fazendas centenárias, objetos pessoais dos primeiros desbravadores do Pantanal e do Marechal Cândido Maria da Silva Rondon. O prédio de arquitetura francesa construído em 1922 para abrigar um grupo escolar foi restaurado para dar espaço, além do museu, há duas bibliotecas.Ladeira Cunha e Cruz - Conhecida também como "Ladeira da Candelária" é um dos principais acessos ao Porto Geral e ao rio Paraguai. Seu nome é uma homenagem a um capitão da tropa brasileira que derrotou os paraguaios. No local travou-se a sangrenta batalha de 13 de junho de 1867. Uma Segunda ladeira, a José Bonifácio construída em 1922 também liga o centro da cidade ao porto.Escadinha da Quinze - Seus 126 degraus dão acesso da parte alta da cidade ao Porto Geral. Construída em 1923 foi restaurada pela Prefeitura. Situada no cruzamento da Avenida General Rondon com a Quinze de Novembro proporciona uma vista inesquecível do rio Paraguai e do Pantanal.Praça da Independência - Antigo zoológico da cidade, apenas outras três praças (duas no Brasil e uma na Alemanha) têm o seu estilo arquitetônico. Possui um coreto em forma octogonal importado da Alemanha, de onde veio também o mosaico do calçamento da parte externa. As quatro esculturas que representam as estações do ano foram esculpidas na Itália em Pizza e doadas pôr um conde italiano que veio caçar no Pantanal. As plantas nativas da região, como o carandá, a bocaiúva eo ipê-roxo, integram a diversificada arborização. Os corumbaenses reverenciam na praça os heróis da Guerra do Paraguai e da 2ª Guerra Mundial. A Praça foi inaugurada em 1917. >> Fotos Praça da IndepêndenciaCasario do Porto - Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1992, o cartão postal da cidade ainda guarda vestígios de um período de grande prosperidade. Os prédios abrigavam grandes empórios, 25 agências bancárias internacionais, curtumes e a primeira fábrica de gelo do Brasil. O prédio wanderley, Baís&Cia, construído em 1876 é um dos mais belos do porto, no local funciona hoje a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Turismo e a Fundação de Cultura do Pantanal. Casario do Porto. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Outro casarão de igual valor arquitetônico é a casa Vasquez & Filhos, construída em 1909 pelo arquiteto italiano Martino Santa Lucci.O casario que fica no Porto geral é um dos principais pontos turísticos da cidade. Em 1814, foi o 3º maior Porto da América Latina. Desembarcavam de transatlânticos com mercadorias para compra e venda da Europa para o Brasil.Forte Junqueira - Construído em 1871 logo após a Guerra do Paraguai, está localizado numa área privilegiada de onde se avista o Pantanal. Os doze canhões fabricados na Inglaterra nunca foram usados. As paredes são de calcário e tem meio metro de espessura. O Forte que está situado hoje dentro do Quartel do 17º Batalhão de Caçadores tem esse nome em homenagem a José Oliveira Junqueira, Ministro da guerra na época de sua construção. Forte Junqueira. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Estrada Parque - Pode se ver ao longo dos seus 120 Km e 87 pontes de madeira aves, mamíferos e jacarés. Na Estrada Parque se encontra o Porto da Manga que se destaca pela mostra maravilhosa da flora dos ipês, das bocaiúvas e animais vivendo em perfeito entrosamento.Ladário - A cidade que faz divisa com Corumbá tem cerca de 15 mil habitantes e abriga a maior base fluvial da América Latina. O portal de entrada do 6º Distrito Naval da Marinha foi instalado em 1872 e é chamado o Arco do Triunfo do Pantanal. Ladário. Foto: Divulgação Prefeitura de Ladário.Cristo Rei do Pantanal - A imagem de 12 metros de altura do Cristo Rei do Pantanal, localizada no alto do morro do Cruzeiro. Cristo Rei do Pantanal. Foto: Divulgação Prefeitura de Corumbá.Via Crucis - A Via Sacra que mostram o caminho do calvário vivido por Jesus Cristo, desde a condenação por Pôncio Pilatos até a morte na cruz, são representadas pelas 14 estações da Via Crucis em forma de 72 estátuas colocadas ao logo da subida do morro do Cruzeiro. As 14 Estações retratam a Paixão e Morte de Cristo. O Cristo Rei e a Via Sacra foram produzidos pela artista plástica Izulina Xavier.Quer conhecer Corumbá, clique Aqui que te passaremos maiores informações
sábado, 18 de julho de 2020 - Turismo
Ponta Porã - A Princesinha dos Ervais
Vamos contar a história da Princesinha dos ervais, as suas características, o turismo e tudo que torna Ponta Porã uma cidade charmosa!HISTÓRIA DA CIDADEEm 1892, a guarnição da colônia militar de Dourados, foi levada para as nascentes dos córregos: Jovai, São Tomaz, Carambola, São Vicente, Ponta Porã, Teguajho e do rio São João. Local preferido pelos carreteiros que faziam o transporte de erva-mate, dando o início de uma povoação, denominada, Punta Porã. A guarnição transferida, teve a finalidade de proteger os carreteiros dos Guatreros, paraguaios.Situada na fronteira seca do Brasil com o Paraguai, foi uma das que mais sofreu com a Guerra do Paraguai que lá deixou marcas bem profundas. Bem próximo está Cerro-Corá, local onde morreu o ditador Solano Lopes e que figura como um dos mais importantes monumentos da cidade.O primeiro ponta poranense registrado, foi o de Boaventura Nazaré, nascido em 1895. O município foi criado pela lei 617, de 18.07.1912.Significado do NomePonta Porã, em língua Guarani, significa Largo Bonito.Gentílicoponta-poranenseCARACTERÍSTICASA erva-mate é uma das riquezas da região, mas a atração mais evidente é a extrema proximidade com a cidade paraguaia Pedro Juan Caballero, cuja divisa é apenas o canteiro central da Av. Internacional. Com apenas um passo, cruza-se a fronteira onde se pode encontrar produtos importados de todo o mundo.Ponta Porã é uma divisa estratégica para o Brasil e um dos grandes centros turísticos do Estado. Lá se pode observar a mistura de costumes e interessante intercâmbio culinário, lingüístico e cultural entre duas cidades de países diferentes.COMO CHEGARPartindo de Campo Grande: BR-153 (Rodovia Belém-Brasília) até Sidrolândia, depois MS-162 até Maracaju e, finalmente, rodovia de ligação.LocalizaçãoMunicípio da Região Sudoeste do Estado do Mato Grosso do SulLimitesAntônio João, Bela Vista, Jardim, Guia Lopes da Laguna, Maracaju, Dourados, Lagoa Carapã, Aral Moreira e República do Paraguai.Distâncias:Da Capital de Mato Grosso do Sul: 328 kmCapital Federal: 1.346 kmTURISMO:Resumo:Turismo de Compra da Fronteira No turismo o município de Ponta Porã, vem focando a interação entre a população local e os seus visitantes, tendo como objetivo central a expansão do turismo na fronteira de forma equilibrada respeitando a natureza de toda região. As opções de lazer vão desde o turismo de compras com uma fronteira seca, onde é só atravessar a linha internacional e estamos no Paraguai (Pedro Juan Caballero), desfrutando de um comércio diversificado desde bebidas, roupas, eletrônicos etc, passando pelo Cassino Amambay com salão de jogos para que o turista possa ter um momento de alegria e descontração. O centro da cidade recebeu nova iluminação ornamental, incrementando o passeio e o lazer noturno. Ponta Porã dispõe de uma boa rede hoteleira, com capacidade de 1.189 leitos, que oferecem hospedagem de qualidade com uma rica variedade gastronômica. Seguem ainda sugestivos passeios ecológicos e diversões que atraem turistas de todo o país e do mundo como: ricos riachos, quedas de água, muito verde, cercado de serros no lado paraguaio, onde o visitante pode optar entre uma boa pescaria ou cavalgadas turísticas por fazendas, desafiar trilhas, paredões, praticar treking e rapel, um passeio cultural também pode ser interessante, pois o município conta com um museu que narra a história do ciclo da Erva Mate, a Colônia Militar dos Dourados que narra a história da guerra da Tríplice Aliança, e ainda no lado paraguaio um parque ecológico que guarda vestígios de uma antiga civilização das cavernas com inscrições rúnicas na localidade de Gasory e no Parque Nacional de Cerro Corá, um local aprazível com estrutura para acampamentos, banhos de rio, passeios e visitas aos monumentos dos combatentes da Guerra Del Chaco. Tem um aeroporto de categoria internacional, e com toda esta diversidade cultural e riqueza proporcionada pela natureza, faz da fronteira, um lugar privilegiado para receber visitantes de todos os lugares do país e do mundo.Principais Pontos Turísticos:Museu da Erva-MateMuseu que narra a história do ciclo da Erva Mate.Colônia Militar dos DouradosNarra a história da guerra da Tríplice Aliança, e ainda no lado paraguaio um parque ecológico que guarda vestígios de uma antiga civilização das cavernas com inscrições rúnicas na localidade de Gasory.Parque Nacional de Cerro CoráLocal com estrutura para acampamentos, banhos de rio, passeios e visitas aos monumentos dos combatentes da Guerra Del Chaco.Parque dos ErvaisParque dos Ervais. foto: Tripadvisor O parque dos Ervais tem uma estrutura ótima. boas pistas para caminhadas e corridas, diversas quadras de esportes diversificados. um lugar com sombras deliciosas para toma um tereré e ótima iluminação a noite, fonte luminosa, trilhas ecológicas, espaços multiuso e um amplo estacionamento.EVENTOS:Calendário de Janeiro a Dezembro:Fevereiro- Festa do Clube do Laço Lino A. CardinalMarço- Aniversário da Cidade- Festa do Clube do Laço 3 IrmãosJunho- Festa Junina da Cabeceira do ApaSetembro- Festa do Peão de Ponta PorãINFORMAÇÕES ÚTEIS:PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA PORÃSites: http://www.pontapora.ms.gov.br/
quarta-feira, 15 de julho de 2020 - Turismo
Pontos Turísticos de Miranda
Rica em história e cultura, localizada a oeste de Mato Grosso do Sul, a 205 km de Campo Grande, Capital sul-mato-grossense, a cidade de Miranda (MS) possui alguns prédios históricos que contrastam com as construções modernas e ainda mantém algumas características, como o ano da construção e nome da família.Junto com outras cidades sul-mato-grossenses, Miranda também é considerada uma entrada para o Pantanal, já que é possível encontrar flora e fauna pantaneiras pela rodovia, principalmente durante os meses de cheia, onde é possível avistar um pedaço da maior planície alagável do planeta.Outros destaques são as áreas de camping, hotéis, pesqueiros e outros atrativos que atraem visitantes interessados na pesca esportiva, turismo ecológico, turismo rural e em conhecer um pouco mais sobre a história do Mato Grosso do Sul.Caminhadas, Safári fotográfico, focagem noturna, passeios de barco, observação de aves, calvagada, dia-a-dia nas fazendas para conhecer a rotina do homem pantaneiro são algumas das atividades turísticas oferecidas na região.Conheça alguns atrativos turísticos de Miranda:Centro Referencial da Cultura Terena - Projeto concebido para resgatar a história do Povo Terena, possuidor de um passo de lutas e conquistas, cuja memória histórico-cultural precisa ser reconhecida, discutida e recuperada.Estação Ferroviária - Inaugurada em dezembro de 1912 para uso de estação de embarque, ela integra o complexo arquitetônico da Rede Ferroviária Noroeste do Brasil e atualmente está sob concessão da All e Serra Verde Express. O Trem do Pantanal passa pelas cidades de Campo Grande, Aquidauana e Miranda.Estação Ferroviária de Miranda. Foto: Prefeitura de Miranda.Rio Miranda - Inúmeras espécies de peixes são encontradas no Rio Miranda, como Jaú, Pintado, Cachara, Dourado, Barbado, Pacu, Curimbatá, Piraputanga, Jurupoca, entre outros. É preciso ter atenção para as épocas em que a pesca é proibida, medir os pescados e se informar melhor sobre os limites de peso para cada pescador e sobre a pesca na região, caso contrário poderá ser multado pela Polícia Ambiental e responder por crime ambiental.Rio Miranda. Foto: Prefeitura de Miranda.Artesanato Terena - Supõe-se que os terenas foram os primeiros habitantes da região de Miranda. Peças feitas com barro, palha, tecelagem e argilas de diferentes cores. São produzidas peças como vasos, bilhas, potes, jarros, animais da região pantaneira, entre outros.Artesanato Terena. Foto: Prefeitura de Miranda.Igreja Matriz - Erigida pelo construtor Pedro Macellaro e engenheiro Arilindo de Sampaio Jorge sob as ordens dos missionários redentoristas Alphonse Hild e henrique Pflug em 1931, para abrigar a igreja matriz. Atualmente pertence à Mitra Diocesana de Jardim e encontra-se em processo de tombamento estadual.Igreja Matriz. Foto: Prefeitura de Miranda,Usina de Açúcar Santo Antônio - A usina foi fundada no dia 21 de julho de 1929, erguida pelo imigrante italiano Pedro Paletto sob as ordens dos sócios Antônio Ferreira Cândido, José Theófilo de Araújo, Egino Guedes e Francisco e Angelo Rebuá. O prédio foi construído em área de 4,8 mil metros quadrados, um empreendimento que tornou Miranda um grande pólo açucareiro.Usina Santo Antônio. Foto: Prefeitura de Miranda.Prefeitura Municipal - Erigida sob as ordens dos missionários redentoristas Alphonse Hild e Henrique Pflug, em 1931, para uso residencial dos padres. Atualmente pertence à Congregação do Santíssimo Redentor e abriga a Prefeitura Municipal.Prefeitura Municipal. Foto: Prefeitura de Miranda.Antiga Prefeitura - Erigida entre 1912 e 1914 para abrigar a prefeitura municipal, foi desativada na década de 80. Atualmente pertence ao município.Antiga Prefeitura. Foto: Prefeitura de Miranda.Casa Colonial - Erigida sob as ordens de Rancisco Pereira Mendes aproximadamente em 1875, para uso residencial. Posteriormente pertenceu a seu filho, Antônio Leopoldo Pereira Mendes.Casa Colonial. Foto: Prefeitura de Miranda.Clica AQUI que te passaremos maiores informações de como chegar lá!
Página 3 de 16