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Vamos semanalmente falar de algo que estiver em evidência em nosso estado, nas áreas que atuamos no nosso Portal!

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sexta-feira, 24 de abril de 2020 - Turismo
Atrativos Turísticos de Figueirão
Localizado a 260 km de Campo Grande, o município de Figueirão no Mato Grosso do Sul foi instalado em 1 de Janeiro de 2005 e desmembrado parcialmente de Camapuã e Costa Rica. O município possui um grande potencial turístico por conta da natureza presente na região.Conheça os atrativos turísticos de Figueirão:Pedra Bonita - Localizada a apenas 5 km da cidade, a Pedra Bonita é a mais requisitada e visitada dos pontos naturais de Figueirão, sendo frequentada até mesmo pelos moradores da cidade. Pedra Bonita. Foto: Divulgação Prefeitura de Figueirão.Cachoeira do Roncador - Localizado na Fazenda Roncador, o Roncador é um rio de aguas límpidas e possui formação rochosa em suas margens e leito, por isso em toda a sua extensão pode-se encontrar belíssimas cachoeiras, rodeadas de densa vegetação, formando paisagem de raríssima beleza, motivo de orgulho dos Figueirãoenses.Cachoeira do Roncador. Foto: Prefeitura de Figueirão.Cristo - O Cristo foi construído no alto da Serra das Araras  no ano de 2004, pelo proprietário da Fazenda Rancho Figueirão, o Senhor Roberto Meireles Breves. Fica a 5 Km da cidade e é local de muita paz, silêncio e oração. A paisagem natural é composta de capim nativo, algumas árvores típicas de cerrado e lindas pedras. Além é claro, da exuberante visão da cidade de Figueirão que cresce aos pés da linda Serra das Araras.Cristo no alto da Serra das Araras. Foto: Prefeitura de Figueirão.Pinturas Aborígenas - Localizado na Fazenda Boa Vista, em 1901 os Caiapós eram os moradores nômades do território, hoje ocupado pelo mais novo Município do Estado de Mato Grosso do Sul. Estes aborígines deixaram na região pinturas e inscrições rupestres em grutas, cavernas e encostas de serras.Além dos atrativos citados, quem visita a região também pode aproveitar para conhecer o Sítio Arqueológico do Quati a 45 km; Sítio Arqueológico da Boa Vista a 25 km; Casa de Pedra a 22 km; Quedas d'água do Roncador a 11 km; Vau do Sebastião Carlos a 25 km; rico artesanato; Balneário do Rio Verde a 30 km; Figueira Centenário a 10 km; trecho da estrada dos Jesuítas a 22 km.*Com informações da Prefeitura de Figueirãoescrito por Ben Oliveira
segunda-feira, 20 de abril de 2020 - Turismo
Garça Moura - A Maior do Brasil
Inspirada em uma foto do grande fotógrafo Silas Ismael da Garça Moura, resolvi fazer essa matéria sobre ela.A garça-moura (Ardea cocoi) é uma ave pelecaniforme da família Ardeidae.Conhecida também como maguari, socó-de-penacho, baguari (Pantanal), mauari (Amazônia), garça-parda (Rio Grande do Sul), socó-grande, garça-morena e joão-grande.A maior das garças do Brasil, com envergadura de 1,80 m. Vive solitária fora do período reprodutivo, quando reúne-se nos ninhais; no entanto, mesmo nesse período, a maioria mantém-se isolada durante deslocamentos para alimentação. Seus voos, além de solitários, são em linha reta, com lentas batidas ritmadas de asas, muito características. Sua voz é um fortíssimo “rrab (rrab rrab)”, baixo e profundo.Costuma ficar pousada nas margens dos rios e riachos, em meio à vegetação, pescando peixes, sapos, rãs, pererecas, caranguejos, moluscos e pequenos répteis.Captura presas de lugares mais fundos, os quais outras garças não conseguem alcançar.Longo período de nidificação (janeiro a outubro), desde o meio da estação de cheia até a baixa das águas. Ocupa os grandes ninhais coletivos. Seus ninhos, geralmente estão na parte superior e externa das árvores mais altas. Ali nascem 3 ou 4 filhotes por ninhada, a qual é chocada e cuidada pelo casal.                                                             Garça Moura - PassarinhandoHabita beiras de lagos de água doce, rios, estuários, manguezais e alagados. Normalmente é solitária e desconfiada, exceto no período reprodutivo.Maior representante da família no Brasil, está presente em todo o País, podendo ser encontrada também do Panamá ao Chile e Argentina, e nas Ilhas Malvinas.Fonte: youtube – Planeta azul
domingo, 19 de abril de 2020 - Turismo
Conheça,os principais pontos turísticos de Campo Grande, em um dia
Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul, carrega 120 anos de história. A população tem na pluralidade sua melhor definição, pois apresenta elementos de povos migratórios que escolheram o centro-oeste brasileiro como lar.Japoneses, libaneses, italianos, gaúchos, paulistas e mineiros deram origem à grande mistura de culturas que hoje formam os campo-grandenses.Veja também: A FORMAÇÃO DO POVO DE MATO GROSSO DO SULPara conhecer as trajetórias daqueles que construíram Campo Grande, O Sul Mato Grossense indica um roteiro simples na região central da cidade para você desbravar a história da Capital sul-mato-grossense, passeando por 11 pontos turísticos. Confira! 1) Casa do Artesão  Situada em um prédio histórico e centenário que marca o crescimento da Capital, a Casa do Artesão de Campo Grande é um espaço singular de comercialização do artesanato de Mato Grosso do Sul.Sua sede foi construída entre 1918 e 1923 sob as ordens de Francisco Cetraro e Pasquele Cândida, com projeto do engenheiro Camilo Boni. Foi a primeira sede do Banco do Brasil (cujo cofre é uma das atrações do local), comércio e autarquia pública. A inauguração do espaço como Casa do Artesão ocorreu em 1º de setembro de 1975. Após restauração e revitalização, o local foi reinaugurado em 1990.Veja também:CASA DO ARTESÃOVisitar a Casa do Artesão é uma oportunidade e tanto para quem gosta de levar para casa souvenirs, além de ajudar a fortalecer o artesanato local.2) Morada dos Baís A Morada dos Baís, hoje sob responsabilidade do Sesc, carrega história desde o ano de 1913, quando Bernardo Franco Baís começa a construção do segundo sobrado do contexto urbano de Campo Grande, o primeiro edificado em alvenaria, com argamassa de saibro, cal e areia, coberto originalmente com telhas de ardósia vindas da Itália.Foto: MSPorFavorA obra, concluída em 1918, tornou-se residência da família Baís até 1938. Lá, Lídia Baís, referência artística local, pintou painéis nas paredes do sobrado em 1937. Hoje é possível conferir suas obras no Museu fixo da artista.Veja também:Lidia BaisAnos depois, o prédio foi alugado a Nominando Pimentel, que instalou no local a Pensão Pimentel, até 1979. Neste período um grande incêndio destrói todo o madeiramento da cobertura, telhas de ardósia e pisos de madeira. Hoje o local, tombado como Patrimônio Histórico Municipal desde 1986, funciona como museu, espaço para shows musicais, restaurante e muito mais.3) Obelisco O monumento do Obelisco foi erguido em homenagem aos fundadores da cidade, sendo inaugurado em 1933 na gestão do Prefeito Ytrio Corrêa da Costa, com projeto do Engenheiro Newton Cavalcante, então comandante da Circunscrição Militar.Possui um medalhão com a efígie do fundador da cidade e fica em uma das ruas mais importantes da cidade, no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a José Antônio Pereira.Veja também:Marco Zero de Mato Grosso do SulÉ tombado como patrimônio histórico do Município de Campo Grande, pela Lei Legislativa n.100, de 9 de setembro de 1975.4) Estátua Manoel de Barros Ainda na Avenida Afonso Pena é possível sentar-se ao lado do maior poeta do Estado, Manoel de Barros, e com ele trocar uns minutinhos de “prosa”.Entre as ruas Rui Barbosa e Pedro Celestino, Manoel descansa com um lindo sorriso em um jardim a céu aberto.Veja Também:Manoel de BarrosA obra de arte foi disponibilizada pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por intermédio da Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania, em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc), e é assinada pelo artista plástico Ique Woitschach.5 – 6) Relógio Público Municipal e Monumento ao Relógio Central Renato Barbosa RezendeNa Avenida Calógeras e na Rua 14 de Julho, Campo Grande apresenta homenagens ao Relógio Central Renato Barbosa Rezende.O monumento “Relógio Público Municipal” foi construído no canteiro central na esquina das Avenidas Afonso Pena e Calógeras na tentativa de ser uma réplica do antigo relógio da Rua 14 de Julho, que foi inaugurado em seu local de origem – esquina da Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho, em 2019.O antigo relógio foi inaugurado em 1933, sendo considerado um monumento símbolo de progresso, ponto de referência de encontros políticos, desfiles cívicos, passeatas, manifestações culturais e de outros gêneros e “footing”.7) Praça Ary CoelhoA Praça ocupa o local do primeiro cemitério do Arraial de Santo Antônio do Campo Grande que, como era costume na época, ficava nas imediações da Igreja.Em 1909, com o novo traçado urbano do engenheiro Nilo Javari Barém, a praça foi ali instalada com o nome de 2 de novembro, passando em 1915, a ser reconhecida como Jardim ou Praça Municipal. Na década de 20, foi Praça da Independência e no início dos anos 30, Praça da Liberdade. Em 1922 ocorre uma remodelação construindo um coreto e uma pérgula implantando-se em 1925, o Pavilhão do Chá com a finalidade de diversificar o lazer na cidade.Em 1957 passa a funcionar ali a Biblioteca Municipal. O logradouro recebeu a denominação de Praça Ary Coelho em 1954, em homenagem ao Prefeito de Campo Grande, assassinado em 1952, em Cuiabá.Na Praça que leva seu nome está instalada sua estátua em bronze, de corpo inteiro, inaugurada em fevereiro de 1954.8) Santuário Perpétuo SocorroTombado como Patrimônio Histórico de Campo Grande em 2019, o Santuário Perpétuo Socorro, carrega história desde o ano de 1939!O responsável técnico pelo projeto foi, na época, o prefeito Joaquim Teodoro de Faria, se inspirou na arte bizantina da Basílica de Santo Apolinário em Classe, localizada em Ravena, cidade italiana.O que antes era apenas uma Igreja elevou-se para o patamar de Santuário em 1999. Em 2017, projeto de lei aprovado determinou Nossa Senhora do Perpétuo Socorro como “Padroeira” de Mato Grosso do Sul. Com isso, a igreja foi considerada Santuário Estadual!É possível, para além de admirar as características arquitetônicas do espaço, participar das missas e novenas, que acontecem todos os dias da semana.9) Feira Central Gastronomia, artesanato e feira de produtos hortifrutigranjeiro, a Feira Central começou sua história como uma feira de rua tradicional nos arredores da Avenida Mato Grosso, sendo a maior Feira do estilo em Campo Grande.A Feirona foi fundada por meio decreto, em 4 de maio de 1925, pelo então intendente municipal Arnaldo Estevão de Figueiredo.No ano de 2006 a feira foi totalmente reformada mudando-se para a antiga Estação Ferroviária de Campo Grande. Foi com a Feira que o sobá, considerado patrimônio imaterial de Campo Grande, ganhou cada vez mais importância.Veja Também:Feira CentralPara visitar, o horário de funcionamento é às quartas, quintas e sextas-feiras, a partir das 16h, e aos sábados e domingos a partir das 12h.10) Mercadão Municipal Conhecido popularmente como Mercadão Municipal, o Mercado Municipal Antonio Valente é ponto turístico obrigatório para quem gosta de desbravar sabores e aromas locais. De pastel de jacaré até erva de tereré, o turista pode conhecer um pouco do que é produzido e consumido pelos campo-grandenses.Inaugurado em agosto de 1958, o Mercadão tem sua origem numa feira livre, um ponto de vendas de carnes e verduras que ocupava uma grande área margeando os trilhos da Noroeste, entre a Avenida Afonso Pena e a Rua 7 de setembro. A feira funcionou até o final dos anos 50 quando o terreno foi doado à Municipalidade.O Mercadão passou a ser referência na comercialização de produtos hortifrutigranjeiros, peixes e especiarias tendo sido por longo tempo um pouco locais de comércio abertos ao público.Na década de 20 havia no vilarejo muitas décadas ocupadas por japoneses, principalmente onde atualmente é o Bairro Amambaí.Veja Também: Mercado Municipal - MercadãoA dificuldade que os produtos enfrentavam para transportar e vender sua produção motivou o imigrante português Antonio Valente a doar uma área de sua propriedade para fixação de uma feira. Essa feirinha deu origem ao atual Mercadão. 11) Praça dos Imigrantes O espaço que constitui a Praça dos Imigrantes é palco da história de Campo Grande desde 1888, quando sediava casamentos, desfiles, e servia de estacionamento para carros de boi.Em 1912, a Praça recebeu a denominação de Costa Marques, em homenagem ao Governador do Estado que, pela primeira vez visitava o povoado. Com o passar dos anos, ficou conhecida como Praça dos Imigrantes, enaltecendo a dedicação e a obra de pessoas de todas as partes do mundo que escolheram Campo Grande para viver. Em 2000 a Praça foi totalmente revitalizada e adaptada para funcionar também como Feira dos Artesãos. Hoje reúne 30 lojas com artesanato de todos os estilos, lanchonete, além de abrigar eventos culturais.As lojas permanecem abertas de terça a sexta-feira das 9h às 18h e sábado das 8h às 12h.Mais informações na Secretaria da Cultura e do Turismo - Sectur .
domingo, 19 de abril de 2020 - Turismo
Atrativos Turísticos de Rio Verde de Mato Grosso (MS)
Localizado a 194 km da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, o município de Rio Verde de Mato Grosso é uma das opções de lugares para se visitar no Estado durante os finais de semana e feriados, para os interessados em se desligar um pouco e na natureza.Fundado em 16 de dezembro de 1953, o município de Rio Verde que a princípio atraiu pessoas para a região por conta do garimpo de ouro, atualmente se destaca pelas atrações turísticas oferecidas como a Cachoeira das Sete Quedas, Balneário Quedas d'Água e o Balneário Sete Quedas. Balneário Quedas D'Água. Foto: Divulgação.O turismo rural e o turismo de aventura também são oferecidos em algumas fazendas da cidade que oferecem atividades como trilhas, caminhada, contemplação da natureza, rapel, calvagada e até mesmo ordenha.Confira abaixo alguns atrativos:Balneário Quedas d'Água - Localizado a 7 km do centro urbano de Rio Verde, na rodovia estadual MS-427, o balneário oferece restaurante e lanchonete, deck panorâmico, salão para eventos, área de camping, piscina, quiosques, redário, quadra de vôlei de areia, mesas de sinuca e tênis-de-mesa, amplo estacionamento, além de oferecer atividades como acqua-ride, rapel, passeio a cavalo e caminhadas ecológicas. O balneário também oferece chalés e apartamentos para hospedagem. Informações: (67) 3292-1635. Balneário Quedas d'Água. Foto: Divulgação.Balneário e Pousadas 7 Quedas - Localizado na MS-427, 2ª entrada, o balneário possui area de camping, apartamentos, lanchonete, salão de jogos, festas, som ao vivo. Informações: (67) 3292-1812.Balneário do Meca - Day-use, com quiosques as margens do Rio Verde, piscinas de água cristalinas, possui passeios de Acqua Ride. Informações: (67) 9994-9383. Foto: Divulgação.Balneário Acqua Parque - Day-use, apartamentos, restaurante, área de lazer as margens do Rio Verde com piscinas de água cristalina. Endereço: Rodovia MS 427 km 10. Informações: (67) 9634-1496.Fazenda Igrejinha - A fazenda tem a opção de day use ou área de camping para os visitantes. As refeições são preparadas no fogão de lenha. Trilhas entre formações rochosas e pinturas rupestres, com mirantes para o pantanal, cavalgada e rapel. Informações: (67) 9957-7375. Fazenda Igrejinha. Foto: Divulgação.Fazenda Várzea Alegre - Day-use, apartamentos, cachoeiras que brotam da serra, trilhas entre formações rochosas e almoço típico pantaneiro, Fone: (67) 9963-5625 - 9963-1851.Passeio de Duck - Uma mistura de rafting com canoagem, o passeio de bote inflável para duas pessoas, em uma descida pelas corredeiras do Rio Taquari Mirim, entre corredores de formações rochosas que chegam a 12 metros de altura e 6 km de aventura e adrenalina.Passeio de Acqua Ride - Descida em botes individuais pelas corredeiras do Rio Verde, usando equipamentos de segurança como capacete, colete salva vidas, luvas, caneleiras e joelheiras, num percurso de 1,8 km pelas águas cristalinas do Rio Verde, sendo em 2 níveis de dificuldade, 1º nível para iniciantes e 2º nível para quem já tem alguma pratica ou fez o passeio mais de 2 vezes.Pousada Paraíso - Day-use, apartamentos com ar condicionado, TV, frigobar, piscina, campos de futebol, churrasqueiras, trilha as margens do Rio Verde. Fone: (67) 9925-5141. Piscinas naturais. Foto: Divulgação Pousada Paraíso.Pousada Rancho da Princesa - Day-use, chalés com capacidade para 17 leitos, ventilador de teto, TV, cozinha pantaneira com fogão a lenha, churrasqueiras, forno de barro, café da manhã. Passesios: Trilha as margens do Rio Verde, piscinas naturais de águas cristalinas. Endereço: Rodovia MS 427, Km 8 - Fone (67) 3292-1008. Pousada Rancho da Princesa. Foto: Divulgação.Indústrias Cerâmicas e Artesanato de Argila - Passeio onde se pode conhecer todo o processo de criação de tijolos e telhas feitos através da argila, os ateliês onde são confeccionados peças de argila para decoração (azulejos trabalhados a mão, peças para jardins e piscinas, mesas, cadeiras, artesanato pantaneiro, tigelas, bandejas, pratos, luminárias, abajur entre outros).*Com informações da Secretaria Municipal de Turismo de Rio Verde.Escrito por Ben Oliveira
sexta-feira, 17 de abril de 2020 - Turismo
Rio Negro (MS) - Balneários e cachoeiras atraem visitantes
Localizado a 116 km da capital sul-mato-grossense, Campo Grande, o município de Rio Negro apresenta um alto potencial turístico com seus balneários, cachoeiras e rios. Ótima opção de destino para se visitar, principalmente nos dias quentes.Rio negro possui cascatas, algumas das cachoeiras mais altas de Mato Grosso do Sul, algumas com quedas d'água de até 100 metros de altura e cavernas de arenito que abrigam sítios arqueológicos com inscrições rupestres.Previamente chamado de "Faca-de-pau", o município recebeu o nome de Rio Negro em homenagem ao rio que corta a cidade. O rio flui para a planície pantaneira da qual é um dos principais provedores. As cachoeiras de Rio Negro possibilitam a prática de esportes radicais como o rapel, além de serem junto com os balneários, os principais atrativos da cidade.Confira abaixo alguns dos pontos turísticos de Rio Negro (MS):Balneário da Neide - Local amplo, de fácil acesso, propício à pratica de competição de Caiaque. Ponto de referência: sede do Município. Acesso mais utilizado: rodoviário pavimentado de conservação boa. Distância: 07 km. Balneário da Neide. Foto: Divulgação / Sebrae.Balneário Novo Paraíso - Local amplo, com quadra de areia, campo de futebol, churrasqueira, ótimo para montar acampamentos. Ponto de referencia: Sede do Município. Acesso mais utilizado: rodoviário pavimentação de conservação boa. Distância : 18 km. Balneário Novo Paraíso. Foto: Divulgação / Sebrae. Cachoeira do Rio do Peixe - Localizada a 12 km de Rio Negro, a Cachoeira do Rio do Peixe é uma das mais visitas cachoeiras do município.                                  Cachoeira do Rio do Peixe. Trilha ExtremaDesenvolvimento regionalEm 2011 consultores do Sebrae/MS visitaram o município para mapear as oportunidades locais e elaborar ações específicas para desenvolvimento da região. A iniciativa possibilitou o planejamento para os setores de indústria, turismo rural, artesanato e agronegócio.No turismo, por exemplo, foram planejadas ações para aproveitar o potencial da região e capacitação dos guias e atendentes regionais. Já no setor de artesanato, fortalecendo as ações devem fortalecer a atividade, o setor turístico e fomentar o comércio.*Com informações Sebrae e Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul
quarta-feira, 15 de abril de 2020 - Turismo
Atrativos Turísticos de Cassilândia
Cachoeiras e muita natureza estão presentes em Cassilândia e atraem visitantes para a região. Localizado a 430 km de Campo Grande, o município de Cassilândia tem como os seus atrativos os eventos culturais e a natureza, uma ótima opção para quem está à procura de um roteiro diferenciado no Mato Grosso do Sul.Integrante da região turística do Mato Grosso do Sul conhecida como Vale do Aporé, junto com outros municípios como Água Clara, Chapadão do Sul, Inocência e Paranaíba, a região se destaca por diferentes segmentos de turismo oferecidos.Festas carnavalescas e juninas, Festa do Peão do Boiadeiro (a quinta melhor festa do peão do circuito nacional de rodeio), Reveillon popular, Encontro de Motociclismo (Moto Fest), Festa do Queijo e Vinho estão entre as atrações festivas e culturais da cidade de Cassilândia. Rafting em Cassilândia. Foto: Eduardo Melo.Além dos eventos culturais, a cidade é rica em atrativos naturais e oferece diversas opções para a prática de atividades de ecoturismo e atividades radicais. Conheça abaixo alguns atrativos turísticos de Cassilândia:Balneário do Salto - Localizado às margens do Rio Aporé, ocupa espaço para lazer e visitação turística junto à queda do Rio Aporé, com mais de 5 metros de altura que está edificada à usina desativada e tombada por lei como Patrimônio Histórico Cultural e Paisagístico do Município. É a principal referência turística do município, visitada desde 1940.                                                                                                                                      Cachoeira do Salto. Foto: Joana Dark da Silva.                                                                                                                                            Cachoeira em Cassilândia. Foto: Divulgação.Cachoeira de Indaiá do Sul - com 27 metros de altura, volume médio de água, mata ciliar abundante em apenas uma das margens do Córrego.Cachoeira da Boa Vista - queda de 4 metros de altura, grande volume de água. Praia na margem esquerda. Próximo à sede da fazenda. Flora e Fauna abundantes e diversificadas. Fácil acesso.Cachoeira do Ermínio Toledo - com 15 metros de altura, correnteza forte e grande volume de água. Prainha na margem esquerda e uma usina hidrelétrica desativada. Vegetação mais preservada na margem direita.Cachoeira do João Marinho - queda com 15 metros de altura no Rio Indaiá Grande. Praia na margem com acesso através de escadaria de concreto. Usina Hidrelédrica em funcionamento, e mata ciliar abundande.Cachoeira do Orlando Bonini - com 10 metros de altura, grande volume de água e fácil acesso.Cachoeira do Senhor Anderson - com cerca de 15 metros de altura, pouco volume de água. Local repleto de rochas e vegetação ainda abundante. Do local avista-se a cidade de Cassilândia. Presença de macacos na vegetação que rodeia a queda e a trilha.Com informações da Fundação de Turismo de MSescrito por Ben Oliveira