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Vamos semanalmente falar de algo que estiver em evidência em nosso estado, nas áreas que atuamos no nosso Portal!

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quarta-feira, 8 de julho de 2020 - Turismo
Passeios de Cachoeiras em Bonito (MS)
Percorrer trilhas para tomar banho nas cachoeiras e piscinas naturais de águas cristalinas é uma das opções de atividade em Bonito (MS). O destino de ecoturismo reconhecido internacionalmente possui diversos passeios para quem gosta de estar em contato com a natureza, observar os animais silvestres e se refrescar.As cachoeiras de Bonito, em sua maioria são de tamanho reduzido e com volume de água reduzido, mas que podem aumentar em determinadas épocas do ano. As plantas que crescem sobre as cachoeiras dão ao visitante a impressão de que as quedas d'água estão vivas.Essas são algumas das cachoeiras encontradas na região da Serra da bodoquena.Boca da Onça Ecotur -Localizada em Bodoquena,  o visitante percorre trilhas dentro da mata e diversas cachoeiras, além de poder nadar em duas piscinas naturais: o Poço da Lontra e a Cachoeira Boca da Onça, com 156 metros de altura, a mais alta de Mato Grosso do Sul. Cachoeira Boca da Onça. Foto: Divulgação.Cachoeiras do Rio do Peixe - Na Fazenda Rio do Peixe, o visitante encontra cachoeiras, piscinas naturais e diferentes espécies de animais, como macacos, araras, tucanos e outros.Cachoeira de Cima - Rio do Peixe. Foto: Divulgação.Ceita Corê - Trilha pela mata ciliar com cachoeiras, piscinas naturais e pequenas grutas. Durante a trilha o visitante pode admirar a vegetação e observar espécies de árvores como aroeira, ipê, bálsamo, canafista, castelo, angico, peroba e outras, além de avistar animais silvestres como catetos, queixadas, capivaras, pacas e tamanduás.Cachoiera na Ceita Corê. Foto: Divulgação.Estância Mimosa - O visitante percorre uma caminhada pela mata ciliar do Rio Mimoso, onde passa por 8 cachoeiras de tamanhos e formas variadas. Durante o passeio, o visitante pode tomar banho nas piscinas naturais, conhecer pequenas grutas e saltar de uma plataforma de 6 metros de altura. O guia mostra as espécies de fauna e flora encontradas na região.Cachoeira do Sinhozinho - Estância Mimosa. Foto: Daniel De Granville.Parque das Cachoeiras - Uma trilha ecológica na mata ciliar do Rio Mimoso, na qual o visitante conhece sete cachoeiras formadas por tufas calcárias (rocha calcária muito porosa) e pequenas cavernas.Parque das Cachoeiras. Foto: Glaucio Jabutti.
segunda-feira, 6 de julho de 2020 - Turismo
Origem da Cidade de Bonito
Bonito teve origem antes de 1869, quando o mineiro Euzébio, possuidor de 56 léguas de campo na área denominada Fazenda Rincão Bonito, teve sua família dizimada pelos índios kadiwéu.Euzébio conseguiu se evadir mata adentro, rumo a cidade de Miranda, seguindo daí para a cidade de São Paulo, onde conheceu Luís da Costa Leite Falcão, para quem efetuou a venda da sua propriedade. Falcão repartiu a área nos seguintes retiros: Poção, Cachoeira, Anhumas e Lageado. Na verdade, o distrito de Bonito, nome herdado da fazenda Rincão Bonito, foi conclamado pelo genro de Luís da Costa Leite Falcão, Sr. Manoel Inácio de Farias, que apoiado pelo Intendente Cel. Pilad Rebuá, Raphael Cândia e Ângelo de Rebuá, em 27 de fevereiro de 1927, assinaram a Ata de fundação do distrito de Bonito.                                                                Pórtico da cidade de Bonito-MS Com a criação do Território Federal de Ponta Porã em 21 de setembro de 1943, esse distrito foi anexado ao distrito de Paz do Miranda. A Lei Estadual N° 145, de 2 de outubro de 1948, elevou o distrito de Bonito à categoria de município, data em que se comemora o seu aniversário. O Sr. Luiz da Costa Leite Falcão foi o primeiro escrivão e tabelião, sendo historicamente, considerado o desbravador e fundador de Bonito.Texto enviado por Terezinha Gonçalves
segunda-feira, 6 de julho de 2020 - curiosidades
Movimento divisionista Sul-Mato-Grossense dividido em 04 fases
Nessa matéria queremos deixar claro o porquê da nossa insistência de sermos reconhecidos como Sul-Mato-Grossenses do estado de Mato Grosso do Sul e o motivo que nos leva a lutar pelo nome desse estado que foi conquistado com muita luta e que não iniciou em 11 de outubro de 1977. Isso veio perseguido por nossos conterrâneos desde o final do século XIX.Não é apenas uma questão geográfica, também uma questão história e que deve ser conhecida e respeitada por todos.Principalmente por aqueles que tem o dever de informar, de levar a informação corretamente a toda população brasileira – jornais impressos, televisivos, online e todo tipo de comunicação que exista.Por isso pedimos, dignamente, Mato Grosso do Sul , Por favor!Texto retirado do Blog da Eucenir, moradora de Rochedo - MS, ela conta desde o início, dividindo em 4 fases até a conquista da tão sonhada independência do estado vizinho – Mato Grosso.A resistência sul-mato-grossense é uma das peculiaridades que entremeiam a história de Mato Grosso do Sul. O movimento divisionista tem sua origem nos fins do século XIX, 1889, quando alguns políticos corumbaenses divulgam um manifesto. A sistematização da pecuária, o desenvolvimento sócio-econômico das vilas e cidades, a exploração da erva-mate pela Companhia Matte Laranjeira e a ligação entro o Sul de Mato Grosso e São Paulo, marcaram a origem do movimento divisionista que foi dividido em quatro grandes fases:Primeira fase (1889-1930) - há formação das oligarquias sul-mato-grossense que lutam pelo reconhecimento da posse da terra. É nessas lutas, que se manifesta à ideia divisionista. As oligarquias sulinas, nas lutas políticas, uniram-se às oligarquias de Cuiabá e através dessa aliança fizeram oposição armada ao governo estadual e a Matte Laranjeira. Percebe-se, neste período, que era a elite, formada pelos fazendeiros que defendiam a ideia divisionista. A partir de 1920, as oligarquias sulinas aliam-se aos militares e adotam sugestões de outros movimentos vindos de fora do Estado como forma de fortalecer a causa local.A este fator é somada a regularização das viagens ferroviárias que propiciaram a chegada de novos migrantes, a vinculação do sul de Mato Grosso com a economia paulista, o consequente desenvolvimento das cidades exportadoras de gado e a transferência do eixo econômico. Esse quadro, de novos fatores de ordem sócio-econômica e política, traz significativas mudanças no movimento divisionista, o qual extrapola ervais e atingem as cidades exportadoras de gado. É o início da urbanização do movimento. Sede da matte laranjeira - historia de mato grosso do sul. foto: Prof. Gilberto CantuSegunda fase (1930-1945) - o movimento começa a organizar-se; as lutas armadas são substituída por pressões políticas junto ao Governo Federal. Em 1932, os sul-mato-grossense aliam-se aos paulistas e lutam na Revolução Constitucionalista. Neste confronto armado os divisionistas e constitucionalistas são derrotados, e o novo Estado desaparece. Essa resolução serviu para divulgar a ideia divisionista e Campo Grande torna-se o centro político de difusão do movimento. Em 1934, o Congresso Nacional elabora uma nova Constituição. Jovens estudantes fundam a Liga Sul-Mato-Grossense que desencadeia a campanha divisionista no sul de Mato Grosso, coletando Treze Mil assinaturas, com as quais visava sensibilizar os Constituintes para que eles aprovassem a divisão do Estado de Mato Grosso. Os divisionistas são derrotados, e Getúlio Vargas adota a política nacionalista "Marcha para o Oeste", a qual visava a segurança das fronteiras. Para isso mandou instalar novas unidades militares no Sul de Mato Grosso.Em 1943, Getúlio Vargas cria o Território de Ponta Porã que não atendeu aos interesses divisionistas, não satisfez a política da Companhia Matte Laranjeira e não agradou ao governo estadual. A política de Getúlio Vargas foi um dos grandes obstáculos aos objetivos divisionistas. Estado de Maracajú - sede do Governo em Campo Grande Território de Ponta PorãTerceira Fase (1945-1964) - O novo Presidente da República é o General Eurico Gaspar Dutra, mato-grossense de Cuiabá, adotou uma política de redemocratização. Em 1946 o governo federal extingue o Território de Ponta Porã reintegrando a região ao Estado de Mato Grosso.Nesse período as iniciativas divisionistas são frustradas e a Companhia Matte Laranjeira mostra desinteresse em reflorestas os ervais.Quarta Fase (1964-1977) - O golpe de 31 de março de 1964 põe fim a um período de democracia e inicia um regime militar autoritário. Os militares adotam a política do desenvolvimento com segurança.Nesse período, os políticos divisionistas aproximam-se dos militares e estudam (secretamente) as potencialidades políticas que impediam a divisão de Mato Grosso. Após vários estudos, o Presidente Ernesto Geisel assina em 11 de outubro de 1977 a Lei Complementar de nº 31 que cria o Estado de Mato Grosso do Sul. Divisão MT e MS Blog da professora Eucenir: http://coordenadasugestao.blogspot.com.br/2012/09/historia-movimento-divisionista.html
quinta-feira, 2 de julho de 2020 - Gastronomia
Receita do Caldo Pantaneiro
Nesses dias de Frio que tal um caldinho e pra melhorar que tal um caldo típico da nossa região, então hoje escolhemos o Caldo Pantaneiro para você servir para sua família ou amigos. Ingredientes:1 kg de mandioca em pedaços500 g de carne seca, cortada em cubinhos e dessalgada2 cebolas grandes em brunoise4 dentes de alho amassados300 g de bacon em cubinhosCheiro verde picado1 tablete de caldo de carne dissolvido em água ferventeSal e pimenta a gostoMussarela fatiada Modo de Preparo:Retire os fios internos da mandioca e cozinhe à inglesa até desmanchá-la.Bata no liquidificador com um pouco da água e reserve.Frite o bacon até que fique bem torradinho, escorra e reserve.Na gordura do bacon, frite a cebola, o alho, acrescente a carne seca e o caldo de carne dissolvido.Junte a mandioca batida.Prove o sal, acrescente a pimenta a gosto e deixe ferver.Forre as cumbucas com mussarela fatiada e despeje o caldo bem quente.Sobre ele coloque a cebolinha picada e o bacon reservado.Rende 10 Porções e o preparo demora 45 minutos. 
quinta-feira, 2 de julho de 2020 - curiosidades
Cabines Telefônicas Curiosas de Mato Grosso do Sul
Quem já foi para o Mato Grosso do Sul, já deve ter se deparado com alguns desses orelhões.                                                          Essa iniciativa partiu do Poder Público e da iniciativa privada, criando em Campo Grande, com maior concentração na Avenida Afonso Pena e suas proximidades, uma imagem para o turista com elementos urbanísticos baseados em marcos urbanos que remetem à lembrança do Pantanal, posicionando estátuas de animais característicos nas ruas e praças e no designer das cabines telefônicas (orelhões) - retirado do trabalho de conclusão de curso de Daniela Garcia sobre Imagem turística do Pantanal em Campo Grande (MS/Brasil): marcos urbanos na Avenida Afonso Pena e adjacências.Depois essa ideia foi implantada em todas as cidades do estado de Mato Grosso do Sul.Eles são mais encontrados em cidades turísticas do estado, veja algumas imagens dos animais representados em nossos orelhões: Arara Canindé Capivara - Aquidauana Arara Vermelha - Jardim Garça - Bonito Onça Pintada - Aquidauana Pacu - AquidauanaTuiuiu - Aquidauana  Tucano - Bonito Pintado - Bonito Dourado - Bonito Arara Azul - Bonito Matéria feita em 2015 no blog do I Love MS e repostado aqui para relembrar! 
quinta-feira, 25 de junho de 2020 - curiosidades
Marco Zero de Mato Grosso do Sul
Para explicar onde fica o Marco Zero de Mato Grosso do Sul, primeiro é preciso entender o significado do termo. O marco zero é o ponto que representa o centro geográfico de uma cidade, a partir do qual são feitas as medidas de distâncias dela estabelecidas.Quando dizemos que a capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande está distante a 420 km de Corumbá, significa que a partir do local onde foi construído o obelisco na capital sul-mato-grossense  foram feitas as medições de distância e marcado o centro geográfico do estado, sendo portanto este o Marco Zero do Estado de Mato Grosso do Sul. O obelisco foi construído em homenagem ao fundador da cidade, José Antônio Pereira, no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua José Antônio.Segundo informações do JC Online, o diretor de gestão logística do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem de Pernambuco, André Luiz Mota Pinho explicou o que é o marco zero: "É um marco regulador das distâncias entre os municípios e a Capital".Marco Zero de Campo GrandeJá o Parque Florestal Antônio de Albuquerque, Horto Florestal pode ser considerado um marco zero para Campo Grande, não por conta da sua localização geográfica, mas por ter sido um dos importantes locais da cidade onde concentrou pessoas e vidas ao seu redor, como o fundador da capital, José Antonio Pereira e seguidores .Horto Florestal de Campo Grande. Foto: Divulgação.Em 1912, o local era destinado ao Matadouro Municipal ou Salgadeira como era popularmente conhecida, pois era onde se salgava o couro do gado que posteriormente era enviado para São Paulo pela ferrovia.Com o passar dos anos, em 1923, o local foi transformado no Parque Municipal de Campo Grande. Em 1956, a área passou a ser chamada de Horto Florestal sob os cuidados de Antônio de Albuquerque e o parque produzia diferentes espécies de árvores para arborização para Campo Grande, cidades vizinhas e até mesmo para Cuiabá.A partir de 1980 o Horto Florestal ganhou um teatro de arena, setor administrativo, restaurante que funcionou por pouco tempo, além de após alguns anos ter se tranformado em um complexo de lazer de Campo Grande e atualmente, possuir Biblioteca Municipal, Lanchonete, Parlatório, Banheiros, Playground, Espelho d'água, Cancha de Bocha, Cancha de Malha, Pista de Cooper, Pista de Skate e Orquidário.Marco Zero do EquadorA capital do Amapá, Macapá possui o monumento do Marco Zero, edificação de 30 metros de altura com um círculo na parte superior, através do qual é possível visualizar o Equinócio ao menos duas vezes por ano. O monumento marca a passagem exata da Linha do Equador em Macapá. A cidade é a única capital do Brasil cortada pela linha do Equador.Marco Zero do Equador em Macapá (AP). Foto: Divulgação.No local é possível pisar no  hemisfério norte e no hemisfério sul, ou seja, como as estações do ano acontecem em diferentes épocas do ano de acordo com o hemisfério, também é possível saltar do outono para a primavera em um passo.Centro Geodésico da América do SulSegundo um artigo escrito por João Carlos Vicente Ferreira e publicado no Portal Mato Grosso e Seus Municípios, no ano de 1909, Cuiabá foi reconhecido como Centro Geodésico da América do Sul. Há quem diga que o município de Chapada dos Guimarães, também no Mato Grosso, localizado entre o Atlântico e o Pacífico é o Centro Geodésico do continente.Chapada dos Guimarães (MT) considerada Centro Geodésico da América do Sul. Foto: Divulgação."O Centro Geodésico não tem nada a ver com medições prévias. Ele foi um ponto estabelecido pelo marechal Rondon para ser o referencial básico para sua missão de elaborar o primeiro mapa do Brasil", explica o arquiteto e urbanista, José Antônio Lemos dos Santos. Todavia, o profissional ressalta que o Centro Geodésico não pode ser confundido com Centro Geográfico, pois são coisas diferentes. Cuiabá é considerado o Centro Geodésico, pois no local foram tiradas medidas para elaboração do mapa do Brasil, e as mesmas serviram como referência para o mapa da América do Sul.Centro Geodésico do BrasilO Centro Geodésico do Brasil está localizado na cidade de Palmas, Capital do Estado do Tocantins. Situado na ala norte da Praça dos Girassóis, maior praça pública do país. O monumento Marco do Centro Geodésico do Brasil simboliza o centro da Rosa dos Ventos.Marco do Centro Geodésico do Brasil em Palmas (TO). Foto: Divulgação."O símbolo foi acrescido de referências das etnias indígenas do Tocantins que enriqueceu sua beleza e simetria, além de colocá-la em um contexto histórico e cultural. A rosa dos ventos da praça dos Girassóis possui em sua estrutura de formação toda a riqueza de detalhes artísticos da cultura tocantinense".
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