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terça-feira, 14 de julho de 2020 - curiosidades
Cerâmica Kadiwéu
Texto: Ben Oliveira.Quem visita alguns municípios e regiões turísticas do Mato Grosso do Sul, como a de Bonito / Serra da Bodoquena,  encontra além das belezas naturais e diversos passeios de ecoturismo, os artesanatos produzidos pelos índios Kadiwéu, como a cerâmica conhecida internacionalmente como Cerâmica Kadiwéu.As cerâmicas produzidas pelos Kadiwéu são consideradas uma das melhores do Brasil por conta da forma e decoração e mesmo com o passar dos anos continua sendo feita através das mulheres indígenas utilizando a argila.Segundo Siqueiro Junior, a cerâmica produzida pelos Kadiwéu demonstram habilidade dos ceramistas, estilo étnico e contribuem para a reafirmação das tradições culturais e preservação da identidade étnica do grupo.Foto: Divulgação.As cerâmicas indígenas representam uma fonte de economia familiar para os Kadiwéu que conta com o apoio de instituições para distribuir as peças para o Brasil e também para o exterior. Entre os objetos utilitários e decorativos produzidos estão os potes, panelas, jarros, moringas, placas e animais.No artigo "Tradição e mudança: uma geografia da arte indígena Kadiwéu", escrito pelo Mestrando em Geografia, o autor explica que existem técnicas tradicionais que ditam a confecção das peças em cerâmica. Uma boa quantidade de argila de boa qualidade, geralmente, buscado no meio do cerrado, em terrenos alagadiços, às margens de lagoas e pequenos córregos; a retirada de impurezas, como galhos, pedras e folhas; produção do antiplástico que produz condições propícias para a secagem e queima da cerâmica; a queima das peças ao ar livre e a pintura realizada com o pau santo.Foto: Divulgação.Como a população sul-mato-grossense já está acostumada visualmente com a arte Kadiwéu, ainda de acordo com o autor do artigo, "valorizam pouco a cerâmica, o que indica a saturação desse mercado de artesanato em âmbito regional", os atuais compradores das cerâmicas são os turistas estrangeiros e de outros estados brasileiros.Conhecidos como "índios cavaleiros", "guerreiros" ou Ejiwajegi, os Kadiwéu ocupavam parte do território do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e do Paraguai, mas atualmente concentram-se unicamente no Mato Grosso do Sul. Segundo José Luiz de Souza, os Kadiwéu são os únicos representantes da família linguística isolada Guaikuru, no Brasil.Os índios Kadiwéu se concentram na Reserva Indígena Kadiwéu, localizado ao norte do município de Porto Murtinho, em uma área com a presença do Pantanal Sul-mato-grossense e da Cidade de Bodoquena a mais próxima da Aldeia Maior (60 KM).Além da arte em cerâmica, os Kadiwéu são conhecidos por viver da caça, coleta e criação de gado. Dentro da Reserva Indígena, os indígenas se comunicam na língua deles, além de utilizarem o português.Memorial da Cultura Indígena. Foto: Ben Oliveira.Em Campo Grande (MS)  as peças podem ser encontradas no Memorial da Cultura Indígena, localizada no bairro Tiradentes, local onde foi instalada a Aldeia Marçal de Souza, conhecida como Aldeia Urbana, e na Casa do Artesão.*Com informações do artigo "Tradição e mudança: uma geografia da arte indígena Kadiwéu", escrito pelo Mestrando em Geografia, José Luiz de Souza
domingo, 12 de julho de 2020 - Turismo
Pontos Turísticos de Dourados MS
 Localizada no Sul de Mato Grosso do Sul a 220 km de Campo Grande e a 120 km da fronteira com o Paraguai, a cidade de Dourados é destaque na agricultura, pecuária e apicultura, além de ter o título de "Cidade Universitária" por conta de sua universidade e faculdades que a tornam o maior pólo educacional do Estado.Fundado em 20 de dezembro de 1935, o Município de Dourados divisa as suas terras: ao Norte: com Rio Brilhante, Maracaju, Douradina e Itaporã; ao Sul: Fátima do Sul, Caarapó, Laguna Carapã e Ponta Porã; ao Leste: com Deodápolis; e a Oeste, com o município de Ponta Porã.Confira alguns atrativos turísticos de Dourados:Catedral Imaculada Conceição - A capela começou a ser construída em 1925, sendo inaugurada no ano seguinte. A população levou para a capela uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, trazida da França. A Paróquia foi criada em 1935. A atual edificação foi construída em 1943 e reformada em 1953. A Catedral Imaculada Conceição abriga em seu interior um belo mosaico em cerâmica. Catedral Imaculada Conceição. Foto: Franz Mendes.Localização: ao lado Praça Antônio João.Horário de visitação: LivreArtesanato da Vila São Pedro - Concentrados e vendidos em vários pontos da BR 163, apresenta artesanato de diversos tipos, produzidos com diferentes materiais, principalmente a madeira da qual estão sendo produzidos móveis e utilitários domésticos com traços da cultura sul-mato-grossense.Artesanato Vila São Pedro. Foto: Prefeitura de Dourados.Localização: distante 15 Km de Dourados (BR 163, Vila São Pedro).Horário de visitação: Livre.Monumento ao colono - Patrimônio histórico cultural, tombado em 1987, o monumento é uma referência na cidade. Homenageia os primeiros colonizadores e trabalhadores do município, retratando décadas de luta e trabalho de um povo. Significa o marco inicial da colonização.Monumento ao colo. Foto: Divulgação.Localização: Avenida Marcelino Pires, sentido BR 163, saída para Campo Grande.Horário de visitação: livre, em épocas normais.Museu Histórico e Cultural - Criado em 1977 foi revitalizado em 2001 e reimplantado com técnicas museográficas em 20 de dezembro de 2002. Possui um vasto acervo de objetos, fotos, rouparia, equipamentos e documentação, o museu resgata a história da chegada dos primeiros desbravadores até a implantação da colônia agrícola.Museu Histórico e Cultural. Foto: Prefeitura de Dourados.Localização: Rua João Rosa Góes, nº: 395 – Centro.Parque Antenor Martins - Área de preservação ambiental, com 34 hectares. Abriga cerca de 450 árvores nativas e expressiva população de aves palustres. Possui ainda lagoa, quadra de esporte, pedalinhos, pista de caminhada, campo de futebol, teatro de arena e quiosques.Parque Antenor Martins. Foto: Franz Mendes.Localização: Rua José Roberto Teixeira.Igreja Presbiteriana de Dourados - Construída na década de 1950 e inaugurada em 1958. O responsável pela construção foi o Reverendo John Marion Sydens-Triker. É um ponto de referência na região central de Dourados que encanta pela sua moderna arquitetura.Igreja Presbiteriana de Dourados. Foto: Prefeitura de Dourados.Localização: Avenida Marcelino Pires, centro.Horário de visitação: Livre.Parque dos Ipês - Com o colorido dos Ipês, a paisagem permite um encontro com a beleza e com a vida saudável.É um ótimo lugar para caminhadas, possuindo pista de caminhada, quadra de peteca, vôlei de areia, basquete, futsal e playground. O Parque abriga ainda o Teatro Municipal e a sede da Academia Douradense de Letras e Cultura.Parque dos Ipês. Foto: Franz Mendes.Localização: Avenida Presidente Vargas.Praça Antonio João - Em 1925, ocorriam Cavalhadas onde hoje é a Praça Antônio João, que também já foi campo de futebol. Em 1952, foram plantadas mudas de árvores e nos anos 1960, instaladas a  estátua do Tenente Antônio João, herói da Guerra do Paraguai (1864- 1870).Praça Antônio João. Foto: Prefeitura de Dourados.Localização: Av. Marcelino Pires - Centro.Horário de visitação: Livre.Reserva Indígena - A reserva de Dourados foi fundada em 1925 e compreende uma área de 3.600 hectares, onde habitam índios de tribos Kaiowá, Ñandeva e Terena.Reserva Indígena. Foto: Franz Mendes.Localização: BR Dourados/Itaporã.Visitação mediante autorização da FUNAI.Shopping Avenida Center - O shopping é um espaço para o lazer e o entretenimento, sendo considerado o segundo maior shopping center do Estado, possuindo praça de alimentação, lojas de departamentos, vestuários, calçados, cinema, diversão e supermercado.Shopping Avenida Center. Foto: Divulgação.Localização: Avenida Marcelino Pires, 3600.  Cabeceira Alegre                       Usina Velha - A Usina Felinto Muller foi pioneira a gerar energia no fim da década de 40. A ruína é patrimônio cultural da cidade, que foi tombada em 15/07/1991.Sua chaminé, fornalha e caldeira, misturadas com o verde da região, espalham beleza.Usina Velha. Foto: Prefeitura de Dourados.Localização: Rua Albino Torraca.Horário de visitação: somente com agendamento.Com informações da Prefeitura de Dourados
domingo, 12 de julho de 2020 - Turismo
Aquífero Guarani no MS
O Aquífero Guarani é uma reserva subterrânea de água doce localizada na região sul da América do Sul (partes do território do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai).O Aquífero Guarani foi considerado como a maior reserva subterrânea de água doce do mundo até 2010. A maior reserva atualmente é o Aquífero Alter do Chão.Ocupa uma extensão de terra de, aproximadamente, 1,2 milhão de quilômetros quadrados.Constitui-se em uma importante reserva estratégica para o abastecimento da população, para o desenvolvimento das atividades econômicas e do lazer.Para se ter uma idéia do tamanho da reserva, ela tem capacidade para abastecer, de forma sustentável, cerca de 400 milhões de habitantes, com 43 trilhões de metros cúbicos de água doce por ano.A profundidade da reserva é de, aproximadamente, 1500 metros.Divulgação: internetNo Brasil, está presente no subsolo dos seguintes estados: São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.Ocupa também partes do território subterrâneo de outros três da América do Sul: Argentina, Uruguai e Paraguai.No Brasil a sua maior concentração é no estado de Mato Grosso do Sul – veja abaixo a distribuição:Mato Grosso do Sul (213 700 km²)Rio Grande do Sul (157 600 km²)São Paulo (155 800 km²)Paraná (131 300 km²)Goiás (55 000 km²)Minas Gerais (51 300 km²)Santa Catarina (49 200 km²)Mato Grosso (26 400 km²) Segundo especialistas em hidrologia, a quantidade de água doce seria capaz de abastecer a população mundial por mais de cem anos. Numa possível falta de água doce no futuro, este recurso será de extrema importância para a humanidade.A reserva de água está protegida de contaminações e infiltrações por uma camada de rocha basáltica.Divulgação: internetFonte parcial de pesquisa: suapesquisa.com
quarta-feira, 8 de julho de 2020 - Turismo
Passeios de Cachoeiras em Bonito (MS)
Percorrer trilhas para tomar banho nas cachoeiras e piscinas naturais de águas cristalinas é uma das opções de atividade em Bonito (MS). O destino de ecoturismo reconhecido internacionalmente possui diversos passeios para quem gosta de estar em contato com a natureza, observar os animais silvestres e se refrescar.As cachoeiras de Bonito, em sua maioria são de tamanho reduzido e com volume de água reduzido, mas que podem aumentar em determinadas épocas do ano. As plantas que crescem sobre as cachoeiras dão ao visitante a impressão de que as quedas d'água estão vivas.Essas são algumas das cachoeiras encontradas na região da Serra da bodoquena.Boca da Onça Ecotur -Localizada em Bodoquena,  o visitante percorre trilhas dentro da mata e diversas cachoeiras, além de poder nadar em duas piscinas naturais: o Poço da Lontra e a Cachoeira Boca da Onça, com 156 metros de altura, a mais alta de Mato Grosso do Sul. Cachoeira Boca da Onça. Foto: Divulgação.Cachoeiras do Rio do Peixe - Na Fazenda Rio do Peixe, o visitante encontra cachoeiras, piscinas naturais e diferentes espécies de animais, como macacos, araras, tucanos e outros.Cachoeira de Cima - Rio do Peixe. Foto: Divulgação.Ceita Corê - Trilha pela mata ciliar com cachoeiras, piscinas naturais e pequenas grutas. Durante a trilha o visitante pode admirar a vegetação e observar espécies de árvores como aroeira, ipê, bálsamo, canafista, castelo, angico, peroba e outras, além de avistar animais silvestres como catetos, queixadas, capivaras, pacas e tamanduás.Cachoiera na Ceita Corê. Foto: Divulgação.Estância Mimosa - O visitante percorre uma caminhada pela mata ciliar do Rio Mimoso, onde passa por 8 cachoeiras de tamanhos e formas variadas. Durante o passeio, o visitante pode tomar banho nas piscinas naturais, conhecer pequenas grutas e saltar de uma plataforma de 6 metros de altura. O guia mostra as espécies de fauna e flora encontradas na região.Cachoeira do Sinhozinho - Estância Mimosa. Foto: Daniel De Granville.Parque das Cachoeiras - Uma trilha ecológica na mata ciliar do Rio Mimoso, na qual o visitante conhece sete cachoeiras formadas por tufas calcárias (rocha calcária muito porosa) e pequenas cavernas.Parque das Cachoeiras. Foto: Glaucio Jabutti.
segunda-feira, 6 de julho de 2020 - Turismo
Origem da Cidade de Bonito
Bonito teve origem antes de 1869, quando o mineiro Euzébio, possuidor de 56 léguas de campo na área denominada Fazenda Rincão Bonito, teve sua família dizimada pelos índios kadiwéu.Euzébio conseguiu se evadir mata adentro, rumo a cidade de Miranda, seguindo daí para a cidade de São Paulo, onde conheceu Luís da Costa Leite Falcão, para quem efetuou a venda da sua propriedade. Falcão repartiu a área nos seguintes retiros: Poção, Cachoeira, Anhumas e Lageado. Na verdade, o distrito de Bonito, nome herdado da fazenda Rincão Bonito, foi conclamado pelo genro de Luís da Costa Leite Falcão, Sr. Manoel Inácio de Farias, que apoiado pelo Intendente Cel. Pilad Rebuá, Raphael Cândia e Ângelo de Rebuá, em 27 de fevereiro de 1927, assinaram a Ata de fundação do distrito de Bonito.                                                                Pórtico da cidade de Bonito-MS Com a criação do Território Federal de Ponta Porã em 21 de setembro de 1943, esse distrito foi anexado ao distrito de Paz do Miranda. A Lei Estadual N° 145, de 2 de outubro de 1948, elevou o distrito de Bonito à categoria de município, data em que se comemora o seu aniversário. O Sr. Luiz da Costa Leite Falcão foi o primeiro escrivão e tabelião, sendo historicamente, considerado o desbravador e fundador de Bonito.Texto enviado por Terezinha Gonçalves
segunda-feira, 6 de julho de 2020 - curiosidades
Movimento divisionista Sul-Mato-Grossense dividido em 04 fases
Nessa matéria queremos deixar claro o porquê da nossa insistência de sermos reconhecidos como Sul-Mato-Grossenses do estado de Mato Grosso do Sul e o motivo que nos leva a lutar pelo nome desse estado que foi conquistado com muita luta e que não iniciou em 11 de outubro de 1977. Isso veio perseguido por nossos conterrâneos desde o final do século XIX.Não é apenas uma questão geográfica, também uma questão história e que deve ser conhecida e respeitada por todos.Principalmente por aqueles que tem o dever de informar, de levar a informação corretamente a toda população brasileira – jornais impressos, televisivos, online e todo tipo de comunicação que exista.Por isso pedimos, dignamente, Mato Grosso do Sul , Por favor!Texto retirado do Blog da Eucenir, moradora de Rochedo - MS, ela conta desde o início, dividindo em 4 fases até a conquista da tão sonhada independência do estado vizinho – Mato Grosso.A resistência sul-mato-grossense é uma das peculiaridades que entremeiam a história de Mato Grosso do Sul. O movimento divisionista tem sua origem nos fins do século XIX, 1889, quando alguns políticos corumbaenses divulgam um manifesto. A sistematização da pecuária, o desenvolvimento sócio-econômico das vilas e cidades, a exploração da erva-mate pela Companhia Matte Laranjeira e a ligação entro o Sul de Mato Grosso e São Paulo, marcaram a origem do movimento divisionista que foi dividido em quatro grandes fases:Primeira fase (1889-1930) - há formação das oligarquias sul-mato-grossense que lutam pelo reconhecimento da posse da terra. É nessas lutas, que se manifesta à ideia divisionista. As oligarquias sulinas, nas lutas políticas, uniram-se às oligarquias de Cuiabá e através dessa aliança fizeram oposição armada ao governo estadual e a Matte Laranjeira. Percebe-se, neste período, que era a elite, formada pelos fazendeiros que defendiam a ideia divisionista. A partir de 1920, as oligarquias sulinas aliam-se aos militares e adotam sugestões de outros movimentos vindos de fora do Estado como forma de fortalecer a causa local.A este fator é somada a regularização das viagens ferroviárias que propiciaram a chegada de novos migrantes, a vinculação do sul de Mato Grosso com a economia paulista, o consequente desenvolvimento das cidades exportadoras de gado e a transferência do eixo econômico. Esse quadro, de novos fatores de ordem sócio-econômica e política, traz significativas mudanças no movimento divisionista, o qual extrapola ervais e atingem as cidades exportadoras de gado. É o início da urbanização do movimento. Sede da matte laranjeira - historia de mato grosso do sul. foto: Prof. Gilberto CantuSegunda fase (1930-1945) - o movimento começa a organizar-se; as lutas armadas são substituída por pressões políticas junto ao Governo Federal. Em 1932, os sul-mato-grossense aliam-se aos paulistas e lutam na Revolução Constitucionalista. Neste confronto armado os divisionistas e constitucionalistas são derrotados, e o novo Estado desaparece. Essa resolução serviu para divulgar a ideia divisionista e Campo Grande torna-se o centro político de difusão do movimento. Em 1934, o Congresso Nacional elabora uma nova Constituição. Jovens estudantes fundam a Liga Sul-Mato-Grossense que desencadeia a campanha divisionista no sul de Mato Grosso, coletando Treze Mil assinaturas, com as quais visava sensibilizar os Constituintes para que eles aprovassem a divisão do Estado de Mato Grosso. Os divisionistas são derrotados, e Getúlio Vargas adota a política nacionalista "Marcha para o Oeste", a qual visava a segurança das fronteiras. Para isso mandou instalar novas unidades militares no Sul de Mato Grosso.Em 1943, Getúlio Vargas cria o Território de Ponta Porã que não atendeu aos interesses divisionistas, não satisfez a política da Companhia Matte Laranjeira e não agradou ao governo estadual. A política de Getúlio Vargas foi um dos grandes obstáculos aos objetivos divisionistas. Estado de Maracajú - sede do Governo em Campo Grande Território de Ponta PorãTerceira Fase (1945-1964) - O novo Presidente da República é o General Eurico Gaspar Dutra, mato-grossense de Cuiabá, adotou uma política de redemocratização. Em 1946 o governo federal extingue o Território de Ponta Porã reintegrando a região ao Estado de Mato Grosso.Nesse período as iniciativas divisionistas são frustradas e a Companhia Matte Laranjeira mostra desinteresse em reflorestas os ervais.Quarta Fase (1964-1977) - O golpe de 31 de março de 1964 põe fim a um período de democracia e inicia um regime militar autoritário. Os militares adotam a política do desenvolvimento com segurança.Nesse período, os políticos divisionistas aproximam-se dos militares e estudam (secretamente) as potencialidades políticas que impediam a divisão de Mato Grosso. Após vários estudos, o Presidente Ernesto Geisel assina em 11 de outubro de 1977 a Lei Complementar de nº 31 que cria o Estado de Mato Grosso do Sul. Divisão MT e MS Blog da professora Eucenir: http://coordenadasugestao.blogspot.com.br/2012/09/historia-movimento-divisionista.html
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