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Vamos semanalmente falar de algo que estiver em evidência em nosso estado, nas áreas que atuamos no nosso Portal!

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quinta-feira, 2 de julho de 2020 - Gastronomia
Receita do Caldo Pantaneiro
Nesses dias de Frio que tal um caldinho e pra melhorar que tal um caldo típico da nossa região, então hoje escolhemos o Caldo Pantaneiro para você servir para sua família ou amigos. Ingredientes:1 kg de mandioca em pedaços500 g de carne seca, cortada em cubinhos e dessalgada2 cebolas grandes em brunoise4 dentes de alho amassados300 g de bacon em cubinhosCheiro verde picado1 tablete de caldo de carne dissolvido em água ferventeSal e pimenta a gostoMussarela fatiada Modo de Preparo:Retire os fios internos da mandioca e cozinhe à inglesa até desmanchá-la.Bata no liquidificador com um pouco da água e reserve.Frite o bacon até que fique bem torradinho, escorra e reserve.Na gordura do bacon, frite a cebola, o alho, acrescente a carne seca e o caldo de carne dissolvido.Junte a mandioca batida.Prove o sal, acrescente a pimenta a gosto e deixe ferver.Forre as cumbucas com mussarela fatiada e despeje o caldo bem quente.Sobre ele coloque a cebolinha picada e o bacon reservado.Rende 10 Porções e o preparo demora 45 minutos. 
quinta-feira, 2 de julho de 2020 - curiosidades
Cabines Telefônicas Curiosas de Mato Grosso do Sul
Quem já foi para o Mato Grosso do Sul, já deve ter se deparado com alguns desses orelhões.                                                          Essa iniciativa partiu do Poder Público e da iniciativa privada, criando em Campo Grande, com maior concentração na Avenida Afonso Pena e suas proximidades, uma imagem para o turista com elementos urbanísticos baseados em marcos urbanos que remetem à lembrança do Pantanal, posicionando estátuas de animais característicos nas ruas e praças e no designer das cabines telefônicas (orelhões) - retirado do trabalho de conclusão de curso de Daniela Garcia sobre Imagem turística do Pantanal em Campo Grande (MS/Brasil): marcos urbanos na Avenida Afonso Pena e adjacências.Depois essa ideia foi implantada em todas as cidades do estado de Mato Grosso do Sul.Eles são mais encontrados em cidades turísticas do estado, veja algumas imagens dos animais representados em nossos orelhões: Arara Canindé Capivara - Aquidauana Arara Vermelha - Jardim Garça - Bonito Onça Pintada - Aquidauana Pacu - AquidauanaTuiuiu - Aquidauana  Tucano - Bonito Pintado - Bonito Dourado - Bonito Arara Azul - Bonito Matéria feita em 2015 no blog do I Love MS e repostado aqui para relembrar! 
quinta-feira, 25 de junho de 2020 - curiosidades
Marco Zero de Mato Grosso do Sul
Para explicar onde fica o Marco Zero de Mato Grosso do Sul, primeiro é preciso entender o significado do termo. O marco zero é o ponto que representa o centro geográfico de uma cidade, a partir do qual são feitas as medidas de distâncias dela estabelecidas.Quando dizemos que a capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande está distante a 420 km de Corumbá, significa que a partir do local onde foi construído o obelisco na capital sul-mato-grossense  foram feitas as medições de distância e marcado o centro geográfico do estado, sendo portanto este o Marco Zero do Estado de Mato Grosso do Sul. O obelisco foi construído em homenagem ao fundador da cidade, José Antônio Pereira, no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua José Antônio.Segundo informações do JC Online, o diretor de gestão logística do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem de Pernambuco, André Luiz Mota Pinho explicou o que é o marco zero: "É um marco regulador das distâncias entre os municípios e a Capital".Marco Zero de Campo GrandeJá o Parque Florestal Antônio de Albuquerque, Horto Florestal pode ser considerado um marco zero para Campo Grande, não por conta da sua localização geográfica, mas por ter sido um dos importantes locais da cidade onde concentrou pessoas e vidas ao seu redor, como o fundador da capital, José Antonio Pereira e seguidores .Horto Florestal de Campo Grande. Foto: Divulgação.Em 1912, o local era destinado ao Matadouro Municipal ou Salgadeira como era popularmente conhecida, pois era onde se salgava o couro do gado que posteriormente era enviado para São Paulo pela ferrovia.Com o passar dos anos, em 1923, o local foi transformado no Parque Municipal de Campo Grande. Em 1956, a área passou a ser chamada de Horto Florestal sob os cuidados de Antônio de Albuquerque e o parque produzia diferentes espécies de árvores para arborização para Campo Grande, cidades vizinhas e até mesmo para Cuiabá.A partir de 1980 o Horto Florestal ganhou um teatro de arena, setor administrativo, restaurante que funcionou por pouco tempo, além de após alguns anos ter se tranformado em um complexo de lazer de Campo Grande e atualmente, possuir Biblioteca Municipal, Lanchonete, Parlatório, Banheiros, Playground, Espelho d'água, Cancha de Bocha, Cancha de Malha, Pista de Cooper, Pista de Skate e Orquidário.Marco Zero do EquadorA capital do Amapá, Macapá possui o monumento do Marco Zero, edificação de 30 metros de altura com um círculo na parte superior, através do qual é possível visualizar o Equinócio ao menos duas vezes por ano. O monumento marca a passagem exata da Linha do Equador em Macapá. A cidade é a única capital do Brasil cortada pela linha do Equador.Marco Zero do Equador em Macapá (AP). Foto: Divulgação.No local é possível pisar no  hemisfério norte e no hemisfério sul, ou seja, como as estações do ano acontecem em diferentes épocas do ano de acordo com o hemisfério, também é possível saltar do outono para a primavera em um passo.Centro Geodésico da América do SulSegundo um artigo escrito por João Carlos Vicente Ferreira e publicado no Portal Mato Grosso e Seus Municípios, no ano de 1909, Cuiabá foi reconhecido como Centro Geodésico da América do Sul. Há quem diga que o município de Chapada dos Guimarães, também no Mato Grosso, localizado entre o Atlântico e o Pacífico é o Centro Geodésico do continente.Chapada dos Guimarães (MT) considerada Centro Geodésico da América do Sul. Foto: Divulgação."O Centro Geodésico não tem nada a ver com medições prévias. Ele foi um ponto estabelecido pelo marechal Rondon para ser o referencial básico para sua missão de elaborar o primeiro mapa do Brasil", explica o arquiteto e urbanista, José Antônio Lemos dos Santos. Todavia, o profissional ressalta que o Centro Geodésico não pode ser confundido com Centro Geográfico, pois são coisas diferentes. Cuiabá é considerado o Centro Geodésico, pois no local foram tiradas medidas para elaboração do mapa do Brasil, e as mesmas serviram como referência para o mapa da América do Sul.Centro Geodésico do BrasilO Centro Geodésico do Brasil está localizado na cidade de Palmas, Capital do Estado do Tocantins. Situado na ala norte da Praça dos Girassóis, maior praça pública do país. O monumento Marco do Centro Geodésico do Brasil simboliza o centro da Rosa dos Ventos.Marco do Centro Geodésico do Brasil em Palmas (TO). Foto: Divulgação."O símbolo foi acrescido de referências das etnias indígenas do Tocantins que enriqueceu sua beleza e simetria, além de colocá-la em um contexto histórico e cultural. A rosa dos ventos da praça dos Girassóis possui em sua estrutura de formação toda a riqueza de detalhes artísticos da cultura tocantinense".
terça-feira, 23 de junho de 2020 - Costumes
Festa Junina - Origem: Evento mais festejado depois do carnaval
Depois do Carnaval, as Festas Juninas são um dos eventos mais consagrados no território nacional. As ruas, praças e escolas de muitas cidades são decoradas com bandeirinhas coloridas e, em barracas montadas ao ar livre, são servidas comidas e bebidas típicas.Entre os quitutes, estão a paçoca, o pé-de-moleque, rapadura, pipoca, o milho verde, o amendoim torrado, batata doce, canjica, o doce de abóbora, o arroz doce e, para os adultos, quentão e vinho quente. Também são muitas brincadeiras. Comidas típicas de Festa JuninaQuando ocorrem as Festas Juninas?O ciclo das festas juninas começa meados do mês de junho, quando se festejam quatro santos muito conhecidos no Brasil: Santo Antônio, no dia 13; São João, 24; e São Pedro e São Paulo, no dia 29 de junho.- Festa do Banho de São João - Corumbá: No dia 24 de junho é comemorado o dia de São João e durante a data, os milhares de devotos descem a ladeira Cunha e Cruz para banhar a imagem do santo nas águas do Rio Paraguai em Corumbá. A festa reúne diferente pessoas e diferentes regiões com o objetivo de louvar ao santo. Existe uma tradição de que para que os pedidos feitos ao santo sejam atendidos, o participante precisa passar por debaixo de sete andores. Festa do Banho de São João - Corumbá. Foto: Anderson Gallo/Diário Online História das Festas JuninasNos países europeus católicos, a festa era inicialmente chamada de "joanina" (em homenagem a São João). Trazida pelos portugueses para o Brasil, virou festa "junina" e foi incorporada aos costumes locais, com a introdução de alimentos, como o aipim, o milho, o jenipapo, e também os cantos e danças, como o forró, o boi-bumbá e o tambor-de-crioulo.Mas não foi somente a influência portuguesa que caracterizou as comemorações. A quadrilha, por exemplo, foi uma adaptação de uma dança da nobreza europeia (quadrille), muito presente nos salões franceses do século 18.Os jesuítas portugueses, a princípio, comemoravam o dia de São João. As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603. As festas de Santo Antônio e de São Pedro só vieram mais tarde, mas como aconteciam no mesmo mês, foram incluídas nas chamadas festas juninas.A fogueira e os rojõesUma lenda católica conta que Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus, na noite do nascimento de João Batista, acendeu uma fogueira para avisar a novidade à Maria. Por isso a fogueira é um elemento fundamental da festa e costuma ser acesa às 18h, hora da Ave Maria.Na festa de Santo Antônio, a fogueira tem formato quadrangular; na de São Pedro, triangular e na de São João possui formato arredondado na base, formando uma pirâmide.Fogueira de Festa JuninaOs fogos de artifício eram utilizados na celebração para "despertar" São João e chamá-lo para a comemoração de seu aniversário. O barulho de bombas e rojões podia espantar os maus espíritos. O costume de soltar balões surgiu da ideia de que eles levariam os pedidos dos devotos aos céus e a São João. Essa prática foi proibida devido ao alto risco de os balões provocarem incêndios.Viva São João A cerimônia de levantamento do mastro de São João é chamada de "Puxada do mastro". Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antônio e São Pedro.As brincadeiras mais típicas de uma Festa JuninaO correio do amor é perfeito para os apaixonados que não sabem como declarar seu amor pela pessoa amada. Geralmente o bilhete enviado é anônimo e pode ser dado tanto por um rapaz quanto por uma moça. Correio Elegante O casamento caipira é uma brincadeira certa em uma festa junina e acontece antes da quadrilha. A história tradicional é que a moça engravida antes de estar casada e o pai dela os obriga a ir para o altar, depois o rapaz que a engravidou tentou fugir, mas é pego pelo delegado e o casamento acontece. Noivo e Noiva de Festa JuninaA quadrilha é a brincadeira mais tradicional da festa junina e tem uma sequencia tradicional: o balance, o caminho da roça. QuadrilhaAs barraquinhas são essenciais em uma boa festa junina e podem oferecer diversas brincadeiras como pesca, boca do palhaço, tiro ao alvo,jogo de argolas e muitos outros.
sexta-feira, 19 de junho de 2020 - Turismo
Flutuação Rio da Prata
   Nós, do I Love MS e do MS Por Favor, fomos convidados pelos proprietários do Grupo Rio da Prata: Eduardo Coelho e Simone Coelho a conhecer seus passeios, Recanto Ecológico Rio da Prata, Lagoa Misteriosa e Estância Mimosa, localizados nos municípios de Bonito e Jardim, em Mato Grosso do Sul.    O primeiro passeio que fizemos foi a flutuação no Rio da Prata, em Jardim- MS. Chegando a entrada da fazenda, deparamo-nos com o pórtico do Recanto Ecológico Rio da Prata e aproveitamos para começar a fotografar essa beleza.  Na Sede então, quanto aconchego; beleza e conforto. Sentimo-nos como se estivéssemos em casa. Fomos muito bem recebidos, por funcionários fantásticos, que nos passaram as instruções iniciais e nos deixaram a vontade para conhecer o lugar.    Antes de irmos até a entrada do Rio da Prata, recebemos todo o aparato, consistente, na roupa e sapato de borracha de neoprene que nos proporcionaria maior proteção contra temperatura amena do rio, por volta de 23 graus, além de mascara e respirador e também de todas as instruções para que o passeio corresse sem qualquer intercorrência, passadas pelo guia Ailton, após, fomos levados até a RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural.      O passeio de ecoturismo inicia-se então com uma agradável caminhada pela mata ciliar do Rio da Prata, através de uma trilha interpretativa. Inúmeras árvores centenárias, orquídeas e bromélias são encontradas no trajeto, e existem boas chances de se observar aves e animais silvestres. Dentre as espécies de mamíferos encontradas está o macaco-prego, bugio, cotia, queixada, cateto, quati e outras.   A trilha termina na nascente do rio Olho D'Água, uma imensa piscina natural de águas cristalinas. Ali, antes de iniciarmos a flutuação, é realizado um breve treinamento e repassadas as ultimas instruções para uma melhor exploração dos arredores.   A suave correnteza leva os visitantes, placidamente, a um passeio em um mundo subaquático fantástico, habitado por fauna e flora deslumbrante com várias espécies de peixes e plantas. Você se verá cercado por piraputangas, dourados, curimbatás, piaus, matogrossinhos e outros peixes do Pantanal. Com sorte, um jacaré, uma sucuri ou até mesmo uma lontra poderão cruzar o seu caminho.    A flutuação se dá rio abaixo, num percurso total de mais ou menos 2 km, até o encontro dos rios Olho D'Água e Rio da Prata. Nesse ponto, será possível escolher entre continuar flutuando ou pegar carona em um pequeno barco de motor elétrico. O passeio tem duração total de 4 horas. Ao final do passeio, já de volta a sede, somos agraciados com um delicioso almoço com comidas típicas de Mato Grosso do Sul, com sobremesas deliciosas. Depois, é deitar na rede e curtir a sensação maravilhosa de estar tão próximo à natureza.  Recomendamos a qualquer brasileiro e estrangeiro!Conheça seu país, ele é lindo, ele é BONITO...Veja esse vídeo do nosso Canal do Youtube:   Maiores informações clica AQUi e fale com a gente! 
terça-feira, 16 de junho de 2020 - Gastronomia
Frutos do Cerrado - Ricos em nutrientes e sabor
O Brasil pode ser considerado um dos países com a maior biodiversidade do planeta por conta de suas diferentes espécies de plantas e animais e dos seus diferentes ecossistemas. Segundo Maria Fernanda Diniz Avidos e Lucas Tadeu Ferreira, a região dos cerrados está presente em 25% do território nacional e por conta da preservação, os frutos do Cerrado são um dos destaques.Segundo informações da publicação "Cerrado que te quero vivo!", publicado pelo Programa de Pequenos Projetos Ecossociais em 2010, o Cerrado brasileiro possui mais de 15 mil espécies de plantas e 1.570 espécies de animais catalogados.Deliciosos e nutritivos, os frutos do cerrado estão cada vez mais sendo incorporados na alimentação do brasileiro. Eles são consumidos em sua forma natural e de diferentes maneiras, como sucos, licores, sorvetes, geleias, mingaus, bolos, entre outros aperitivos. São frutas ricas em proteínas, fibras, energia, vitaminas, minerais e ácidos graxos.Pequi - O fruto cuja polpa tem coloração amarelo intensa é envolto por um caroço duro com grande quantidade de pequenos espinhos. O fruto pode ser encontrado em toda a região Centro-Oeste, norte e oeste de Minas Gerais, leste de Rondônia, sudoeste do Pará, sul do Tocantins e Maranhão, sul do Piauí, oeste da Bahia, sul do Ceará e cerrados de São Paulo e Paraná. O período de frutificação acontece de novembro a fevereiro.Ao consumir o fruto, é preciso ter cuidado por conta dos espinhos que podem ferir. O fruto pode ser utilizado na fabricação de óelo e licor. O pequi pode ser consumido cozino ou puro , e, geralmente, é cozinhado com o arroz e frango. O fruto é rico em ácido oléico e betacaroteno, é importante fonte de fibra alimentar e portanto, apresenta elevada capacidade antioxidante.Baru - O baru é uma castanha da região do cerrado, cujo gosto da amêndoa lembra bastante o do amendoim. O fruto apresenta teores médios de proteína, importante fonte de ácidos graxos, como o Ômega 9 e Ômega 6, uma castanha rica em gorduras insaturadas, importantes para a saúde humana. O período de frutificação acontece de agosto a outubro.Baru. Foto: Divulgação.As amêndoas do Baru também são importantes fontes dos seguintes minerais: fósforo, magnésio e ferro. As amêndoas podem ser torradas e consumidas assim ou utilizadas em outras preparações, como pé-de-moleque, rapadura e paçoca.Araticum - O fruto do cerrado é bastante conhecido e consumido pelas populações nativas da região. Descrição do fruto feita pela nutricionista Laila Rios Biancardini: "fruta de coloração verde-escura, textura rugosa e escamosa oferece uma polpa  cremosa de odor e sabor bem fortes e característicos. O fruto com até 15 cm de diâmetro e peso varia de 0,5 a 4,5 kg, com formato oval a arredondado".Araticum. Foto: Divulgação.A polpa da fruta pode ser consumida ao natural ou em batidas, bolos, biscoitos e bolachas, picolés, sorvetes, geleias e em diversos doces. O período de frutificação acontece de fevereiro a março. O fruto possui fatores antioxidantes e junto com o pequi podem ser aliados na prevenção de doenças degenerativas. Na região das Chapadas dos Veadeiros, em Goiás, o fruto é utilizado como  regulador de menstruação, para reumatismo, feridas, úlceras, câncer de pele, fraqueza no sistema digestório, cólicas e contra diarreia.Mangaba - O fruto é típico do Cerrado, Cerradão e áreas de Caatinga. A polpa da mangaba é bastante vendida junto com a cajá e graviola, e é bastante apreciada nos sucos, sorvetes e diferentes doces.Mangaba. Foto: Divulgação.Com um sabor adocicado e saboroso, os frutos podem ser amarelados ou esverdeados, conter pigmentação vermelha ou não, com a polpa amarela adocicada, rica em vitaminas, como a Vitamina C, ferro, fósforo, cálcio e proteínas.Cagaita - Originária do cerrado brasileiro, a árvore da Cagaita produz um fruto redondo, ligeiramente achatado, suculento e de sabor ácido. A fruta pode ser consumida ao natural ou em sucos, geleias, refrescos, sorvetes, doces, licores  e outros.Cagaita. Foto: Divulgação.Com baixo valor calórico e pouca quantidade de macronutrientes (proteínas, carboidratos e lipídeos), a fruta é rica em fibras, sódio, cálcio, fósforo e vitaminas A e C. O período de safra é de setembro a outubro, época onde é mais fácil encontrar a fruta e o valor comercial é reduzido.Buriti - O Buriti é um fruto elipsóide, castanho-avermelhado, revisto por escamas brilhantes. Sua polpa é amarela e sua amêndoa é comestível. O fruto é encontrado nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.Buriti. Foto: Silvestre Silva.É possível utilizar a polpa do Buriti para diferentes preparações. O fruto tem alto valor nutritivo, e alta concentração de vitamina A. O beta caroteno presente no óleo extraído do Buriti possui uma concentração 10 vezes maior que a do óleo de Dendê.Gabiroba ou Guavira - Fruto encontrado nas regiões do Cerrado, Cerradão e Campo Sujo. O nome do fruto teve origem na língua tupi-guarani e significa "casca amarga". A fruta pode ser consumida ao natural ou utilizado para fazer doces, sucos, picolés, sorvetes e licores.Guavira / Gabiroba. Foto: DivulgaçãoSegundo o site Nutrição em Foco, rica em vitamina C, os frutos e folhas da Guavira são bastante utilizados no combate à gripe, enquanto a casca é utilizada no tratamento de diarreias, cãibras e doenças do sistema urinário.Jatobá-do-Cerrado - A polpa dos frutos de jatobá são amarelo-pálidas, farináceias, adocicadas, comestíveis e de sabor e aroma característicos. A polpa do Jatobá pode ser consumida ao natural ou sob a forma de mingau, no preparo de bolos, pães e biscoitos, geleia e licor.Jatobá. Foto: Divulgação.Bastante utilizada na culinária regional, a farinha do Jatobá-do-cerrado possui elevado conteúdo de fibra alimentar, e portanto o seu consumo pode fazer bem para o organismo e para a prevenção de doenças crônicas.Macaúba ou Bocaiúva - A macaúba é uma palmeira abundante no Cerrado brasileiro. Os frutos são comestíveis e podem ser consumidos em natura ou utilizados para a produção de doces, paçocas, geleias e cocadas. A polpa é rica em lípidios totais, carboidratos e fibra. A fruta é rica em cálcio e potássio.Macaúba / Bocaiúva. Foto: Divulgação.O óleo extraído da Macaúba também tem se destacado, podendo este ser utilizado na composição de biodiesel, produção de sabão e margarina, além de possuir propriedades medicinas, como analgésico.Guapeva - A fruta do Cerrado é difícil de ser encontrada por conta da devastação cada vez maior do meio ambiente para a plantação de monoculturas, como a cana-de-açúcar, plantações de soja e pastor para a criação de gado de corte. Os frutos maduros de guapeva possuem coloração amarela e são coletados de outubro a março. Apresenta polpa esbranquiçada que pode ser utilizada em bebidas doces e geleias.Guapeva. Foto: Rafael José.Segundo um estudo realizado pela Unicamp, com alto poder antioxidante, a Guapeva pode ser utilizada para o combate de doenças crônico-degenerativas, como câncer e diabetes.*Com informações do site Nutrição em Foco e da cartilha "Cerrado que te quero vivo!".
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