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Vamos semanalmente falar de algo que estiver em evidência em nosso estado, nas áreas que atuamos no nosso Portal!

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segunda-feira, 6 de julho de 2020 - curiosidades
Movimento divisionista Sul-Mato-Grossense dividido em 04 fases
Nessa matéria queremos deixar claro o porquê da nossa insistência de sermos reconhecidos como Sul-Mato-Grossenses do estado de Mato Grosso do Sul e o motivo que nos leva a lutar pelo nome desse estado que foi conquistado com muita luta e que não iniciou em 11 de outubro de 1977. Isso veio perseguido por nossos conterrâneos desde o final do século XIX.Não é apenas uma questão geográfica, também uma questão história e que deve ser conhecida e respeitada por todos.Principalmente por aqueles que tem o dever de informar, de levar a informação corretamente a toda população brasileira – jornais impressos, televisivos, online e todo tipo de comunicação que exista.Por isso pedimos, dignamente, Mato Grosso do Sul , Por favor!Texto retirado do Blog da Eucenir, moradora de Rochedo - MS, ela conta desde o início, dividindo em 4 fases até a conquista da tão sonhada independência do estado vizinho – Mato Grosso.A resistência sul-mato-grossense é uma das peculiaridades que entremeiam a história de Mato Grosso do Sul. O movimento divisionista tem sua origem nos fins do século XIX, 1889, quando alguns políticos corumbaenses divulgam um manifesto. A sistematização da pecuária, o desenvolvimento sócio-econômico das vilas e cidades, a exploração da erva-mate pela Companhia Matte Laranjeira e a ligação entro o Sul de Mato Grosso e São Paulo, marcaram a origem do movimento divisionista que foi dividido em quatro grandes fases:Primeira fase (1889-1930) - há formação das oligarquias sul-mato-grossense que lutam pelo reconhecimento da posse da terra. É nessas lutas, que se manifesta à ideia divisionista. As oligarquias sulinas, nas lutas políticas, uniram-se às oligarquias de Cuiabá e através dessa aliança fizeram oposição armada ao governo estadual e a Matte Laranjeira. Percebe-se, neste período, que era a elite, formada pelos fazendeiros que defendiam a ideia divisionista. A partir de 1920, as oligarquias sulinas aliam-se aos militares e adotam sugestões de outros movimentos vindos de fora do Estado como forma de fortalecer a causa local.A este fator é somada a regularização das viagens ferroviárias que propiciaram a chegada de novos migrantes, a vinculação do sul de Mato Grosso com a economia paulista, o consequente desenvolvimento das cidades exportadoras de gado e a transferência do eixo econômico. Esse quadro, de novos fatores de ordem sócio-econômica e política, traz significativas mudanças no movimento divisionista, o qual extrapola ervais e atingem as cidades exportadoras de gado. É o início da urbanização do movimento. Sede da matte laranjeira - historia de mato grosso do sul. foto: Prof. Gilberto CantuSegunda fase (1930-1945) - o movimento começa a organizar-se; as lutas armadas são substituída por pressões políticas junto ao Governo Federal. Em 1932, os sul-mato-grossense aliam-se aos paulistas e lutam na Revolução Constitucionalista. Neste confronto armado os divisionistas e constitucionalistas são derrotados, e o novo Estado desaparece. Essa resolução serviu para divulgar a ideia divisionista e Campo Grande torna-se o centro político de difusão do movimento. Em 1934, o Congresso Nacional elabora uma nova Constituição. Jovens estudantes fundam a Liga Sul-Mato-Grossense que desencadeia a campanha divisionista no sul de Mato Grosso, coletando Treze Mil assinaturas, com as quais visava sensibilizar os Constituintes para que eles aprovassem a divisão do Estado de Mato Grosso. Os divisionistas são derrotados, e Getúlio Vargas adota a política nacionalista "Marcha para o Oeste", a qual visava a segurança das fronteiras. Para isso mandou instalar novas unidades militares no Sul de Mato Grosso.Em 1943, Getúlio Vargas cria o Território de Ponta Porã que não atendeu aos interesses divisionistas, não satisfez a política da Companhia Matte Laranjeira e não agradou ao governo estadual. A política de Getúlio Vargas foi um dos grandes obstáculos aos objetivos divisionistas. Estado de Maracajú - sede do Governo em Campo Grande Território de Ponta PorãTerceira Fase (1945-1964) - O novo Presidente da República é o General Eurico Gaspar Dutra, mato-grossense de Cuiabá, adotou uma política de redemocratização. Em 1946 o governo federal extingue o Território de Ponta Porã reintegrando a região ao Estado de Mato Grosso.Nesse período as iniciativas divisionistas são frustradas e a Companhia Matte Laranjeira mostra desinteresse em reflorestas os ervais.Quarta Fase (1964-1977) - O golpe de 31 de março de 1964 põe fim a um período de democracia e inicia um regime militar autoritário. Os militares adotam a política do desenvolvimento com segurança.Nesse período, os políticos divisionistas aproximam-se dos militares e estudam (secretamente) as potencialidades políticas que impediam a divisão de Mato Grosso. Após vários estudos, o Presidente Ernesto Geisel assina em 11 de outubro de 1977 a Lei Complementar de nº 31 que cria o Estado de Mato Grosso do Sul. Divisão MT e MS Blog da professora Eucenir: http://coordenadasugestao.blogspot.com.br/2012/09/historia-movimento-divisionista.html
quinta-feira, 2 de julho de 2020 - Gastronomia
Receita do Caldo Pantaneiro
Nesses dias de Frio que tal um caldinho e pra melhorar que tal um caldo típico da nossa região, então hoje escolhemos o Caldo Pantaneiro para você servir para sua família ou amigos. Ingredientes:1 kg de mandioca em pedaços500 g de carne seca, cortada em cubinhos e dessalgada2 cebolas grandes em brunoise4 dentes de alho amassados300 g de bacon em cubinhosCheiro verde picado1 tablete de caldo de carne dissolvido em água ferventeSal e pimenta a gostoMussarela fatiada Modo de Preparo:Retire os fios internos da mandioca e cozinhe à inglesa até desmanchá-la.Bata no liquidificador com um pouco da água e reserve.Frite o bacon até que fique bem torradinho, escorra e reserve.Na gordura do bacon, frite a cebola, o alho, acrescente a carne seca e o caldo de carne dissolvido.Junte a mandioca batida.Prove o sal, acrescente a pimenta a gosto e deixe ferver.Forre as cumbucas com mussarela fatiada e despeje o caldo bem quente.Sobre ele coloque a cebolinha picada e o bacon reservado.Rende 10 Porções e o preparo demora 45 minutos. 
quinta-feira, 2 de julho de 2020 - curiosidades
Cabines Telefônicas Curiosas de Mato Grosso do Sul
Quem já foi para o Mato Grosso do Sul, já deve ter se deparado com alguns desses orelhões.                                                          Essa iniciativa partiu do Poder Público e da iniciativa privada, criando em Campo Grande, com maior concentração na Avenida Afonso Pena e suas proximidades, uma imagem para o turista com elementos urbanísticos baseados em marcos urbanos que remetem à lembrança do Pantanal, posicionando estátuas de animais característicos nas ruas e praças e no designer das cabines telefônicas (orelhões) - retirado do trabalho de conclusão de curso de Daniela Garcia sobre Imagem turística do Pantanal em Campo Grande (MS/Brasil): marcos urbanos na Avenida Afonso Pena e adjacências.Depois essa ideia foi implantada em todas as cidades do estado de Mato Grosso do Sul.Eles são mais encontrados em cidades turísticas do estado, veja algumas imagens dos animais representados em nossos orelhões: Arara Canindé Capivara - Aquidauana Arara Vermelha - Jardim Garça - Bonito Onça Pintada - Aquidauana Pacu - AquidauanaTuiuiu - Aquidauana  Tucano - Bonito Pintado - Bonito Dourado - Bonito Arara Azul - Bonito Matéria feita em 2015 no blog do I Love MS e repostado aqui para relembrar! 
quinta-feira, 25 de junho de 2020 - curiosidades
Marco Zero de Mato Grosso do Sul
Para explicar onde fica o Marco Zero de Mato Grosso do Sul, primeiro é preciso entender o significado do termo. O marco zero é o ponto que representa o centro geográfico de uma cidade, a partir do qual são feitas as medidas de distâncias dela estabelecidas.Quando dizemos que a capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande está distante a 420 km de Corumbá, significa que a partir do local onde foi construído o obelisco na capital sul-mato-grossense  foram feitas as medições de distância e marcado o centro geográfico do estado, sendo portanto este o Marco Zero do Estado de Mato Grosso do Sul. O obelisco foi construído em homenagem ao fundador da cidade, José Antônio Pereira, no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua José Antônio.Segundo informações do JC Online, o diretor de gestão logística do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem de Pernambuco, André Luiz Mota Pinho explicou o que é o marco zero: "É um marco regulador das distâncias entre os municípios e a Capital".Marco Zero de Campo GrandeJá o Parque Florestal Antônio de Albuquerque, Horto Florestal pode ser considerado um marco zero para Campo Grande, não por conta da sua localização geográfica, mas por ter sido um dos importantes locais da cidade onde concentrou pessoas e vidas ao seu redor, como o fundador da capital, José Antonio Pereira e seguidores .Horto Florestal de Campo Grande. Foto: Divulgação.Em 1912, o local era destinado ao Matadouro Municipal ou Salgadeira como era popularmente conhecida, pois era onde se salgava o couro do gado que posteriormente era enviado para São Paulo pela ferrovia.Com o passar dos anos, em 1923, o local foi transformado no Parque Municipal de Campo Grande. Em 1956, a área passou a ser chamada de Horto Florestal sob os cuidados de Antônio de Albuquerque e o parque produzia diferentes espécies de árvores para arborização para Campo Grande, cidades vizinhas e até mesmo para Cuiabá.A partir de 1980 o Horto Florestal ganhou um teatro de arena, setor administrativo, restaurante que funcionou por pouco tempo, além de após alguns anos ter se tranformado em um complexo de lazer de Campo Grande e atualmente, possuir Biblioteca Municipal, Lanchonete, Parlatório, Banheiros, Playground, Espelho d'água, Cancha de Bocha, Cancha de Malha, Pista de Cooper, Pista de Skate e Orquidário.Marco Zero do EquadorA capital do Amapá, Macapá possui o monumento do Marco Zero, edificação de 30 metros de altura com um círculo na parte superior, através do qual é possível visualizar o Equinócio ao menos duas vezes por ano. O monumento marca a passagem exata da Linha do Equador em Macapá. A cidade é a única capital do Brasil cortada pela linha do Equador.Marco Zero do Equador em Macapá (AP). Foto: Divulgação.No local é possível pisar no  hemisfério norte e no hemisfério sul, ou seja, como as estações do ano acontecem em diferentes épocas do ano de acordo com o hemisfério, também é possível saltar do outono para a primavera em um passo.Centro Geodésico da América do SulSegundo um artigo escrito por João Carlos Vicente Ferreira e publicado no Portal Mato Grosso e Seus Municípios, no ano de 1909, Cuiabá foi reconhecido como Centro Geodésico da América do Sul. Há quem diga que o município de Chapada dos Guimarães, também no Mato Grosso, localizado entre o Atlântico e o Pacífico é o Centro Geodésico do continente.Chapada dos Guimarães (MT) considerada Centro Geodésico da América do Sul. Foto: Divulgação."O Centro Geodésico não tem nada a ver com medições prévias. Ele foi um ponto estabelecido pelo marechal Rondon para ser o referencial básico para sua missão de elaborar o primeiro mapa do Brasil", explica o arquiteto e urbanista, José Antônio Lemos dos Santos. Todavia, o profissional ressalta que o Centro Geodésico não pode ser confundido com Centro Geográfico, pois são coisas diferentes. Cuiabá é considerado o Centro Geodésico, pois no local foram tiradas medidas para elaboração do mapa do Brasil, e as mesmas serviram como referência para o mapa da América do Sul.Centro Geodésico do BrasilO Centro Geodésico do Brasil está localizado na cidade de Palmas, Capital do Estado do Tocantins. Situado na ala norte da Praça dos Girassóis, maior praça pública do país. O monumento Marco do Centro Geodésico do Brasil simboliza o centro da Rosa dos Ventos.Marco do Centro Geodésico do Brasil em Palmas (TO). Foto: Divulgação."O símbolo foi acrescido de referências das etnias indígenas do Tocantins que enriqueceu sua beleza e simetria, além de colocá-la em um contexto histórico e cultural. A rosa dos ventos da praça dos Girassóis possui em sua estrutura de formação toda a riqueza de detalhes artísticos da cultura tocantinense".
terça-feira, 23 de junho de 2020 - Costumes
Festa Junina - Origem: Evento mais festejado depois do carnaval
Depois do Carnaval, as Festas Juninas são um dos eventos mais consagrados no território nacional. As ruas, praças e escolas de muitas cidades são decoradas com bandeirinhas coloridas e, em barracas montadas ao ar livre, são servidas comidas e bebidas típicas.Entre os quitutes, estão a paçoca, o pé-de-moleque, rapadura, pipoca, o milho verde, o amendoim torrado, batata doce, canjica, o doce de abóbora, o arroz doce e, para os adultos, quentão e vinho quente. Também são muitas brincadeiras. Comidas típicas de Festa JuninaQuando ocorrem as Festas Juninas?O ciclo das festas juninas começa meados do mês de junho, quando se festejam quatro santos muito conhecidos no Brasil: Santo Antônio, no dia 13; São João, 24; e São Pedro e São Paulo, no dia 29 de junho.- Festa do Banho de São João - Corumbá: No dia 24 de junho é comemorado o dia de São João e durante a data, os milhares de devotos descem a ladeira Cunha e Cruz para banhar a imagem do santo nas águas do Rio Paraguai em Corumbá. A festa reúne diferente pessoas e diferentes regiões com o objetivo de louvar ao santo. Existe uma tradição de que para que os pedidos feitos ao santo sejam atendidos, o participante precisa passar por debaixo de sete andores. Festa do Banho de São João - Corumbá. Foto: Anderson Gallo/Diário Online História das Festas JuninasNos países europeus católicos, a festa era inicialmente chamada de "joanina" (em homenagem a São João). Trazida pelos portugueses para o Brasil, virou festa "junina" e foi incorporada aos costumes locais, com a introdução de alimentos, como o aipim, o milho, o jenipapo, e também os cantos e danças, como o forró, o boi-bumbá e o tambor-de-crioulo.Mas não foi somente a influência portuguesa que caracterizou as comemorações. A quadrilha, por exemplo, foi uma adaptação de uma dança da nobreza europeia (quadrille), muito presente nos salões franceses do século 18.Os jesuítas portugueses, a princípio, comemoravam o dia de São João. As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603. As festas de Santo Antônio e de São Pedro só vieram mais tarde, mas como aconteciam no mesmo mês, foram incluídas nas chamadas festas juninas.A fogueira e os rojõesUma lenda católica conta que Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus, na noite do nascimento de João Batista, acendeu uma fogueira para avisar a novidade à Maria. Por isso a fogueira é um elemento fundamental da festa e costuma ser acesa às 18h, hora da Ave Maria.Na festa de Santo Antônio, a fogueira tem formato quadrangular; na de São Pedro, triangular e na de São João possui formato arredondado na base, formando uma pirâmide.Fogueira de Festa JuninaOs fogos de artifício eram utilizados na celebração para "despertar" São João e chamá-lo para a comemoração de seu aniversário. O barulho de bombas e rojões podia espantar os maus espíritos. O costume de soltar balões surgiu da ideia de que eles levariam os pedidos dos devotos aos céus e a São João. Essa prática foi proibida devido ao alto risco de os balões provocarem incêndios.Viva São João A cerimônia de levantamento do mastro de São João é chamada de "Puxada do mastro". Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antônio e São Pedro.As brincadeiras mais típicas de uma Festa JuninaO correio do amor é perfeito para os apaixonados que não sabem como declarar seu amor pela pessoa amada. Geralmente o bilhete enviado é anônimo e pode ser dado tanto por um rapaz quanto por uma moça. Correio Elegante O casamento caipira é uma brincadeira certa em uma festa junina e acontece antes da quadrilha. A história tradicional é que a moça engravida antes de estar casada e o pai dela os obriga a ir para o altar, depois o rapaz que a engravidou tentou fugir, mas é pego pelo delegado e o casamento acontece. Noivo e Noiva de Festa JuninaA quadrilha é a brincadeira mais tradicional da festa junina e tem uma sequencia tradicional: o balance, o caminho da roça. QuadrilhaAs barraquinhas são essenciais em uma boa festa junina e podem oferecer diversas brincadeiras como pesca, boca do palhaço, tiro ao alvo,jogo de argolas e muitos outros.
sexta-feira, 19 de junho de 2020 - Turismo
Flutuação Rio da Prata
   Nós, do I Love MS e do MS Por Favor, fomos convidados pelos proprietários do Grupo Rio da Prata: Eduardo Coelho e Simone Coelho a conhecer seus passeios, Recanto Ecológico Rio da Prata, Lagoa Misteriosa e Estância Mimosa, localizados nos municípios de Bonito e Jardim, em Mato Grosso do Sul.    O primeiro passeio que fizemos foi a flutuação no Rio da Prata, em Jardim- MS. Chegando a entrada da fazenda, deparamo-nos com o pórtico do Recanto Ecológico Rio da Prata e aproveitamos para começar a fotografar essa beleza.  Na Sede então, quanto aconchego; beleza e conforto. Sentimo-nos como se estivéssemos em casa. Fomos muito bem recebidos, por funcionários fantásticos, que nos passaram as instruções iniciais e nos deixaram a vontade para conhecer o lugar.    Antes de irmos até a entrada do Rio da Prata, recebemos todo o aparato, consistente, na roupa e sapato de borracha de neoprene que nos proporcionaria maior proteção contra temperatura amena do rio, por volta de 23 graus, além de mascara e respirador e também de todas as instruções para que o passeio corresse sem qualquer intercorrência, passadas pelo guia Ailton, após, fomos levados até a RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural.      O passeio de ecoturismo inicia-se então com uma agradável caminhada pela mata ciliar do Rio da Prata, através de uma trilha interpretativa. Inúmeras árvores centenárias, orquídeas e bromélias são encontradas no trajeto, e existem boas chances de se observar aves e animais silvestres. Dentre as espécies de mamíferos encontradas está o macaco-prego, bugio, cotia, queixada, cateto, quati e outras.   A trilha termina na nascente do rio Olho D'Água, uma imensa piscina natural de águas cristalinas. Ali, antes de iniciarmos a flutuação, é realizado um breve treinamento e repassadas as ultimas instruções para uma melhor exploração dos arredores.   A suave correnteza leva os visitantes, placidamente, a um passeio em um mundo subaquático fantástico, habitado por fauna e flora deslumbrante com várias espécies de peixes e plantas. Você se verá cercado por piraputangas, dourados, curimbatás, piaus, matogrossinhos e outros peixes do Pantanal. Com sorte, um jacaré, uma sucuri ou até mesmo uma lontra poderão cruzar o seu caminho.    A flutuação se dá rio abaixo, num percurso total de mais ou menos 2 km, até o encontro dos rios Olho D'Água e Rio da Prata. Nesse ponto, será possível escolher entre continuar flutuando ou pegar carona em um pequeno barco de motor elétrico. O passeio tem duração total de 4 horas. Ao final do passeio, já de volta a sede, somos agraciados com um delicioso almoço com comidas típicas de Mato Grosso do Sul, com sobremesas deliciosas. Depois, é deitar na rede e curtir a sensação maravilhosa de estar tão próximo à natureza.  Recomendamos a qualquer brasileiro e estrangeiro!Conheça seu país, ele é lindo, ele é BONITO...Veja esse vídeo do nosso Canal do Youtube:   Maiores informações clica AQUi e fale com a gente! 
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