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Vamos semanalmente falar de algo que estiver em evidência em nosso estado, nas áreas que atuamos no nosso Portal!

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segunda-feira, 10 de agosto de 2020 - Turismo
História e beleza da Gruta do Lago Azul
Descoberta por um índio Terena em 1924, a caverna possui em seu interior um lago azul com dimensões que a tornam uma das maiores cavidades inundadas do planeta. Em 1992 uma expedição Franco- Brasileira de espeleomergulhadores, encontrou uma série de fósseis de mamíferos - como o tigre de dente de sabre e preguiça gigante - que viveram durante o período geológico do Pleistoceno - 6.000 a 10.000 anos atrás.Considerada o cartão postal da cidade de Bonito a Gruta do Lago Azul é um passeio contemplativo e histórico que tem início com uma caminhada de aprox. 300m até a entrada da caverna, onde já se pode ter uma idéia de sua beleza. A Gruta do Lago Azul é localizada a 20 km do centro de Bonito (Mato Grosso do Sul). Foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1978, sendo inscrita em três dos quatro livros do Tombo, o etnográfico, paisagístico e arqueológico.vista de cima para baixo - foto: EcotravellingApós uma descida de 100 m, depara-se com um lago de águas intensamente azuladas, cuja profundidade estima-se ser de 90 m. Com suas formações geológicas - não só o teto como o piso da gruta são repletos de espeleotemas de várias formas e tamanhos - desperta a atenção dos turistas e pesquisadores do mundo inteiro. Ninguém sabe ao certo de onde vêm suas águas, acredita-se na existência de um rio subterrâneo, que alimenta o lago. (informações colhidas do site Portal Bonito).Descida da gruta - foto: Alaranja.com foto: Alaranja.com Foto do Site casablanca.tur.br A melhor época para visitação é entre dezembro e janeiro, pela manhã, quando o sol incide diretamente na entrada da gruta, tornando o azul da água ainda mais intenso. Foto do Portal BonitoOBS: Uso obrigatório de tênis. Passeio não recomendado às pessoas que possuam alguma dificuldade de mobilidade, gestantes e portadores de labirintite. Crianças apenas acima de 5 anos completos.Duração: 1h e meia. Distância: 19kmO que achou da Gruta, maravilhosa ne? clica Aqui que daremos mais informações 
segunda-feira, 10 de agosto de 2020 - Turismo
Boca da Onça, aventura na maior cachoeira de MS
O trajeto no meio da mata inteiramente preservada, passando por muitas cachoeiras, em trilhas seguras, até avistar a cachoeira Boca da Onça, a mais alta do estado com 156 metros de altura.A fazenda Boca da Onça, localizada na Serra da Bodoquena, é um bom exemplo de destino do turismo rural em Mato Grosso do Sul desde que foi aberta aos visitantes em 2001.Verdadeiro paraíso ecológico, a fazenda oferece como cartão de visita a maior cachoeira do Estado com 156 m de altura, o equivalente a um prédio de 50 andares. Lá, ao gosto de quem prefere radicalizar, é possível fazer rapel no mirante da Serra da Bodoquena, uma plataforma de 34 metros que se projeta sobre o abismo do cânion do Rio Salobra.A descida é feita de um paredão vertical de 90 metros de altura sem apoio dos pés nas rochas (rapel vertical), maior plataforma de rapel do Brasil nessa categoria . Os não-iniciados precisam antes passar por um treinamento. O prêmio para quem topa o desafio é o banho na cachoeira Boca do Onça e no Salobra.  Boca da Onça. foto: G1 A caminhada passa através de muitas cachoeiras. As águas translúcidas são perfeitas para fotos. O passeio conta com 08 cachoeiras, com paradas para banho em 04 pontos: Cachoeira Boca da Onça, Buraco do Macaco, Poço da Lontra e na Praia Boca da Onça.Buraco dos Macacos Poço do Lonta - Wendel Campos Ao finalizar a descida, o visitante inicia o restante da visita percorrendo cerca de 3 km de trilhas e cachoeiras. Caso aconteça de, em um mesmo grupo de amigos ou familiares, uma parte escolher fazer o rapel e a outra fazer somente a trilha, é possível todos se encontrarem no fim da descida nesse ponto para fazerem o restante do percurso juntos.Entre outras cachoeiras temos a Cachoeira da Anta, Cachoeira do Jabuti, Cachoeira do Fantasma, Cachoeira da Queixada, Cachoeira da Paca e pôr fim a Cachoeira Boca da Onça.É claro, a cachoeira que dá o nome a esse passeio, Boca da Onça, é o atrativo principal. Ela é a maior cachoeira do estado do Mato Grosso do Sul e com certeza a mais linda do local.Além das cachoeiras, você passará por cavernas e poços: seu álbum poderá ficar cheio de fotos da sua viagem para Bonito.Depois de cerca de 4 a 5 horas de caminhada, você retornará para a sede da fazenda e poderá aproveitar o final de tarde tranquilamente da maneira que você quiser na estrutura do lugar  Para maiores informações: whatsapp (67) 99287-7228
terça-feira, 28 de julho de 2020 - Turismo
Parque Estadual da Serra de Sonora
Ótima opção turística no Norte de Mato Grosso do Sul – O Parque Estadual da Serra de Sonora.O Parque Estadual da Serra de Sonora foi criado pelo Decreto 10.513, de 8 de outubro de 2001 com o objetivo de preservar os ecossistemas, espécies e aspectos paisagísticos da região, priorizando sua utilização para fins de pesquisa científica, educação ambiental, recreação e turismo em contato com a natureza. Rio Correntes É constituído por duas áreas distintas, a área I, com 2.703,36 hectares, e a área II, com uma área de 5.210,16 hectares, totalizando uma superfície de 7.913,52 hectares.Está localizado no município de Sonora, estado de Mato Grosso do Sul, região centro-oeste do Brasil.O parque está inserido na bacia hidrográfica do Rio Correntes, com seus ecossistemas associados representando região de alta diversidade paisagística e ecossitêmica, abrigando remanescentes de Savana Arbóreo Densa e Floresta Estacional Semidecidual. Matéria retirada do site Via rural
terça-feira, 28 de julho de 2020 - Turismo
Cruzeiro pelo Pantanal atrai turistas para Mato Grosso do Sul
É muito comum encontrar rotas de cruzeiros pela América do Sul, Caribe, Mar Mediterrâneo, Ásia e até alguns que passam pela Antártica. Mas, você sabia que existem opções de cruzeiro pelo Pantanal?O estado do Mato Grosso do Sul é palco para roteiros de cruzeiro pelo pantanal que acontecem entre os meses de novembro e fevereiro. Por lá, os hóspedes terão contato direto com a natureza e o ecossistema brasileiro. Confira abaixo duas opções para aproveitar o centro do país de uma forma diferente.Ecoturismo em CorumbáA Joice Tur é uma das empresas que oferece cruzeiro pelo Pantanal durante o verão brasileiro. Os hóspedes terão dois itinerários disponíveis: a rota por terra que passará pelo Rio Paraguai até a Estrada Parque Pantanal e a rota pela água que sobe o Rio Paraguai e vai até a Serra do Amolar e o Parque Nacional do Pantanal.Serra do Amolar. Foto: FlickrAmbos os itinerários saem de Corumbá, no Mato Grosso do Sul , e têm duração de 05 dias e 04 noites. Os hóspedes passam uma noite em terra e as outras a bordo da embarcação kayamã que possui 25 camarotes. Assista abaixo o vídeo das dependências do navio.Clique AQUI que te passaremos maiores informações
sexta-feira, 24 de julho de 2020 - curiosidades
O Território de Ponta Porã
O Território de Ponta Porã foi um território federal brasileiro criado em 13 de setembro de 1943, conforme o Decreto-lei n.° 5.812, do governo de Getúlio Vargas.Com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial o governo decide desmembrar seis territórios estratégicos de fronteira do país para administrá-los diretamente: Amapá, Rio Branco, Guaporé, Ponta Porã, Iguaçu e o arquipélago de Fernando de Noronha.O Decreto-lei n.° 5 812, que criou o Território Federal de Ponta Porã, estabeleceu que o mesmo seria formado do município de Ponta Porã (onde foi instalada a capital) e mais seis outros: Porto Murtinho, Bela Vista, Dourados, Nioaque e Maracaju. A capital foi transferida para Maracaju em 31 de maio de 1944 (Decreto-lei n.° 6 550), voltando a Ponta Porã em virtude de Decreto de 17 de junho de 1946.O território foi extinto em 18 de setembro de 1946 pela Constituição de 1946, e reincorporado ao então estado de Mato Grosso. Atualmente a área do antigo território de Ponta Porã faz parte do estado de Mato Grosso do Sul.Seu governador durante os três anos de existência foi o militar Ramiro Noronha.fonte de pesquisa: Wikipédia 
quarta-feira, 22 de julho de 2020 - Gastronomia
História do Sobá
OrigemSobá (?? ou ???) é um tipo de macarrão japonês tradicionalmente degustado na passagem do ano. Na véspera do ano novo japonês, as famílias se reúnem para comer a iguaria feita de macarrão de trigo sarraceno, também chamado de toshikoshi-sobá —literalmente, macarrão da passagem de ano.macarrão de trigo SarracenoA receitaO sobá é feito com os seguintes ingredientes: macarrão japonês (toshikoshi-sobá), carne de porco (que pode ser substituída por outras carnes, como filé de frango ou filé bovino), molho shoyu, saquê-mirin, óleo vegetal, dashi, togarashi, gengibre, sal, cebolinha e cheiro verde. O prato é quase uma sopa e é servido em cumbucas de louça, acompanhado de ovo frito mexido e cortado em fatias.Sobá- Foto/divulgaçãoSobá no Brasil No Brasil, a cidade de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), foi a primeira cidade a dispor de restaurantes que servem sobás, para onde foi levado pelos imigrantes originários da ilha japonesa de Okinawa, que chegaram à cidade em 1908 e são os restaurantes dos mais tradicionais da cidade. Atualmente está presente em outras cidades, mas é em Campo Grande onde mais se encontram esses restaurantes. Em Campo Grande, o sobá de Okinawa passou a ser oferecido também na Feira Central — primeiro, reservadamente aos okinawanos e seus descendentes, depois, a todos que se interessassem — e acabou se tornando uma iguaria típica e tradicional da cidade, perdendo a ligação com a passagem do ano, pois é saboreada em qualquer época do ano. Existem dezenas dessas casas de massas que servem, além do sobá, espetinhos de carne bovina, yakimeshi, yakisoba e outros pratos orientais.Uma das dezenas de casas que existem na Feira CentralPatrimônio ImaterialDe prato típico a patrimônio imaterial de Campo Grande, o sobá se enraizou definitivamente na cultura da capital de Mato Grosso do Sul, terceira cidade do País com o maior número de descentes japoneses.Mais do que conhecido, o sobá é um verdadeiro astro da culinária local. Na Feira Livre de Campo Grande, por exemplo, existem 20 restaurantes especializados. O local reúne facilmente duas mil pessoas consumindo vorazmente. Uma das barracas mais tradicionais da feira vende uma média de 100 sobás por dia. O caldo do sobá tem um segredinho que eles não passam para a gente. O detalhe é que o sobá é um prato extremamente saudável, como toda a culinária de Okinawa, um dos motivos para o local abrigar a maior concentração de pessoas centenárias no planeta. Aos poucos, por exemplo, dona Amélia, Antônia e companhia vão criando mais artimanhas para atrair os campo-grandenses, como substituir a carne de porco por carne de boi, frango e até mesmo dobradinha dependendo do gosto do freguês. “Como descendente me orgulho de toda a população de Campo Grande gostar de sobá, um prato que veio da colônia, mas que atinge pessoas de todas as raças e idades”, reflete Anísia Higa. Ah, e atenção: não confunda o sobá de trigo sarraceno com o sobá de Okinawa, muito famoso em Campo Grande, que é feito de trigo normal, é mais grosso e não tem a cor escura característica. (recomendações de Koichi Mori, que trabalha há 30 anos com o preparo do sobá no Japão).
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