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Vamos semanalmente falar de algo que estiver em evidência em nosso estado, nas áreas que atuamos no nosso Portal!

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segunda-feira, 9 de março de 2020 - Gastronomia
Pintado na Telha ao Molho de Urucum
Receita do Pintado na Telha ao molho de Urucum   INGREDIENTES Tempo de preparo20min Rendimento: 2 porções - 400 g peixe de couro (pintado) - 1 limão - 2 dentes alho, socado com um pouco de sal - Óleo - 3 colheres de sopa de leite de coco - 1 xícara de chá de farinha de mandioca - Salsinha, cebolinha verde e coentro, picados a gosto - Sal a gosto - Pimenta malagueta picada   Para o caldo: - 1 cebola ralada - 1 dente alho socado com um pouco de sal - 1 colher de sopa de óleo - 30 g colorau - 1 litro água - Salsinha, cebolinha verde e coentro quanto baste - Sal a gosto - Pimenta malagueta, picada, quanto baste   Para a decoração: - Cebolinha verde em finas rodelas - Pimentão verde em rodelas - Tomate em rodelas - Azeitonas verdes   MODO DE PREPARO - Espremer os limões, picar os temperos e fatiar os ingredientes para a decoração - Temperar o peixe com o suco de limão e com o alho - Dourar o peixe no óleo quente, para tirar o sabor de alho cru - Virar as postas no óleo e escorrer   Para o caldo: - Aquecer o óleo, dourar a cebola, juntar o alho amassado, o colorau e refogar mexendo sempre, até o colorau ficar seco - Acrescentar a água fervente e deixar no fogo por quinze minutos, colocando os demais ingredientes - Derramar o caldo na telha, com o fogo ligado, de maneira que cubra até a metade - Colocar os filés de peixe e cozinhar durante oito a dez minutos - Salpicar um pouco de salsinha, cebolinha-verde e coentro - Corrigir o sal e a pimenta - Puxar o peixe para uma extremidade da telha e, na outra, juntar a farinha aos poucos e mexer com uma colher de pau, até formar um pirão mole - Derramar o leite de coco sobre o peixe e deixar mais alguns instantes no fogo - Decorar com a cebolinha-verde, os pimentões, os tomates e as azeitonas - Servir bem quente.
segunda-feira, 9 de março de 2020 - Gastronomia
Receita da Saltenha Boliviana
A Saltenha é um tipo de pastel assado originário da Bolívia, onde se consome principalmente pela manhã, sendo vendida e consumida em praças e ruas. Com formato semelhante ao dos calzones. Muito popular também na região Centro-Oeste, principalmente na cidade de Corumbá, considerada a capital brasileira desta iguaria, porém ela é consumida em todo o estado de Mato Grosso do Sul. Variedades: Saltenha de carne, porco, frango e de soja. Também existem outras possibilidades de variações, como, por exemplo, colocando pimenta ou azeitonas, ou variando o tamanho.   INGREDIENTES Tempo de preparo: 2h 30min Rendimento: 60 porções Massa: 200 g de margarina ou manteiga 2 copos de água gelada 2 ovos 1/2 colher de chá de sal 1 kg mais 1/2 xícara de farinha de trigo   Recheio: 200 g de uva passas 400 g de carne moída (temperada a gosto e cozida) 2 ovos cozidos (somente as claras e cortadas em pedaços pequenos) 2 cenoras (cozidas e cortadas em pedaços pequenos) 200 g de azeitona cortada moída Molho de pimenta (a gosto e para ficar picante) 1 gema para pincelar Azeite doce MODO DE PREPARO Massa: Misture tudo em uma vasilha, amasse muito bem com a mão Depois deixe descansar por 30 minutos, depois abra como pastel e coloque o recheio No centro feche, faça uma trança e depois coloque na assadeira untada e passe a gema do ovo com pouco de azeite doce Leve para assa   Recheio: Tempere carne a gosto Depois coloque todos os ingredientes Faça um recheio bem gostoso E recheie as saltenhas Obs: 50 a 60 unidade dependendo do tamanho
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020 - curiosidades
As 5 Maiores Pontes do Brasil
Dentre as 5 maiores pontes do Brasil, temos duas que passam por Mato Grosso do Sul confira e veja a beleza e de cada uma delas   1 - Ponte Rio-Niterói – RJ - 13 290 m   A Ponte Presidente Costa e Silva, conhecida como Ponte Rio–Niterói, tem 13 290 metros, localiza-se na baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro, e liga a cidade do Rio de Janeiro a Niterói. Foi a segunda maior ponte do mundo na época de sua construção, perdendo este posto em 1985. Se pilar mais alto tem 72 metros e por ela passam 140 mil veículos por dia. Leia mais sobre a Ponte Rio-Niterói    2 – Ponte Rodoferroviária – SP/MS – 3 700 m   A Ponte Rodoferroviária é a maior ponte fluvial brasileira. Atravessa o Rio Paraná ligando os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo unindo os municípios de Aparecida do Taboado (MS) à Rubinéia (SP). Foi inaugurada em 29 de maio de 1998, possui quatro faixas rodoviárias na parte superior (duas em cada sentido) ligando as rodovias Euclides da Cunha (SP-320) e BR-158, e uma via ferroviária na parte inferior.   3 - Ponte Ayrton Senna – PR/MS – 3 607 m   A Ponte Ayrton Senna é uma ponte entre as cidades de Guaíra, no Paraná e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul que atravessa o rio Paraná. Foi inaugurada em 24 de janeiro de 1998, como a continuação da BR-163, sendo a única ponte no mundo em curva na parte central com tobogã. Sua pista possui 7,20 m de largura e altura máxima no canal de navegação é de apenas 13 metros.    4 - Ponte do Rio Negro – AM – 3 595 m   A Ponte Rio Negro é a maior ponte fluvial estaiada do Brasil, parte da rodovia AM-070 que liga a cidade de Manaus ao município de Iranduba, no Amazonas. Inaugurada em 24 de outubro de 2011, possui 3.595 metros de extensão e 400 metros de vão suspenso estaiado. É a primeira e única ponte que atravessa o trecho brasileiro do Rio Negro.   5 - Terceira Ponte – ES – 3 330 m   A Terceira Ponte, oficialmente Ponte Deputado Darcy Castello de Mendonça, liga as cidades de Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo. É um dos cartões-postais das duas cidades devido a beleza do lugar onde se encontra, na Baía de Vitória. Ficou conhecida por Terceira Ponte devido às duas outras pontes que já existiam anteriormente ligando as duas cidades. Seu vão principal tem 70 m de altura e 260 m de um pilar ao outro, permitindo assim o acesso de navios de grande porte à baía de Vitória.   fonte: Janela do Horizonte
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020 - Culinária
Saltenha Boliviana - Receita
A Saltenha é um tipo de pastel assado originário da Bolívia, onde se consome principalmente pela manhã, sendo vendida e consumida em praças e ruas. Com formato semelhante ao dos calzones.   Muito popular também na região Centro-Oeste, principalmente na cidade de Corumbá, considerada a capital brasileira desta iguaria, porém ela é consumida em todo o estado de Mato Grosso do Sul.     Saltenha Boliviana. Foto: wikipedia     Variedades:   Saltenha de carne, porco, frango e de soja. Também existem outras possibilidades de variações, como, por exemplo, colocando pimenta ou azeitonas, ou variando o tamanho.   INGREDIENTES   Tempo de preparo: 2h 30min Rendimento: 60 porções   Massa:   200 g de margarina ou manteiga 2 copos de água gelada 2 ovos 1/2 colher de chá de sal 1 kg mais 1/2 xícara de farinha de trigo   Recheio:   200 g de uva passas 400 g de carne moída (temperada a gosto e cozida) 2 ovos cozidos (somente as claras e cortadas em pedaços pequenos) 2 cenoras (cozidas e cortadas em pedaços pequenos) 200 g de azeitona cortada moída Molho de pimenta (a gosto e para ficar picante) 1 gema para pincelar Azeite doce         MODO DE PREPARO Massa:   Misture tudo em uma vasilha, amasse muito bem com a mão Depois deixe descansar por 30 minutos, depois abra como pastel e coloque o recheio No centro feche, faça uma trança e depois coloque na assadeira untada e passe a gema do ovo com pouco de azeite doce Leve para assa   Recheio:   Tempere carne a gosto Depois coloque todos os ingredientes Faça um recheio bem gostoso E recheie as saltenhas   Obs: 50 a 60 unidade dependendo do tamanho
terça-feira, 21 de janeiro de 2020 - Artistas
Manoel de Barros - O Poeta Pantaneiro
Conheça a historia de Manoel de Barros - o Poeta Pantaneiro     Foto de Anderson Luís Manoel de Barros, nascido em Cuiabá - MT em 1916 e que com um (01) ano de idade sua família se mudou para uma propriedade rural em Corumbá - MS, mudou ainda quando criança para Campo Grande - MS e, mais tarde, para o Rio de Janeiro, a fim de completar os estudos, onde formou-se bacharel em Direito em 1941.       Sobre ele, o escritor e irmão Abílio Leite de Barros escreveu: “Creio que Manoel de Barros é o último poeta brasileiro em tempo integral. Se tivesse vivido no tempo do Romantismo teria morrido aos 21 anos, de tuberculose, como era moda. Mas ele se casou com dona Stela, mineira de boa cepa, da zona da mata, que nunca o deixaria morrer de tuberculose. Foi a companheira certa que sempre comungou com o poeta dos prazeres do espírito, da boa leitura, dos devaneios estéticos mas, com os pés no chão, sem arredar da realidade”. Na década de 1960 voltou para Campo Grande, onde passou a viver como criador de gado, sem nunca deixar de trabalhar incansavelmente em seu ofício de poeta. Apesar de ter escrito muitos livros durante toda a sua vida e de ter ganho vários prêmios literários desde 1960, durante muito tempo sua obra ficou desconhecida do grande público. Possivelmente porque o poeta não frequentava os meios literários e editoriais e, deduzindo-se das palavras do poeta (ele diz "por orgulho"), por não bajular ninguém.     Seu trabalho começou a ser valorizado nacionalmente a partir da descoberta deste por parte de Millôr Fernandes, já na década de 1980. Em 1998, levou o Prêmio Nacional de Literatura do Ministério da Cultura, pelo conjunto da obra. Ao  longo da carreira de sete décadas, ganhou o Prêmio Jabuti duas vezes, em 1990 e 2002, com as obras "O guardador de águas" (1989) e "O fazedor de amanhecer" (2001). Foi premiado pela Academia Brasileira de Letras, em 2000. Em 2008, foi tema do documentário "Só dez por cento é mentira", de Pedro Cezar. Enquanto ainda escrevia, Carlos Drummond de Andrade recusou o epíteto de maior poeta vivo do Brasil em favor de Manoel de Barros.     Até novembro de 2014 era considerado o maior ou um dos maiores poetas vivos do Brasil, sendo o mais aclamado atualmente nos círculos literários do seu país. Seu trabalho tem sido publicado em Portugal, onde é um dos poetas contemporâneos brasileiros mais conhecidos, na Espanha e na França. “Quem anda no trilho é trem de ferro, sou água que corre entre pedras: liberdade caça jeito” (Manoel de Barros). No dia 13 de novembro de 2014, nosso Poeta Pantaneiro nos deixou e junto deixa uma imensa saudade e nós recordaremos dele com suas obras que ficarão para a eternidade. (Mariana de Barros)
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